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Nicolau Santos diz que um acordo de Governo terá de respeitar compromissos internacionais

Nicolau Santos diz que um acordo de Governo terá de respeitar compromissos internacionais

Nicolau Santos afirma que um acordo de Governo terá de respeitar os compromissos internacionais. Num comentário à entrevista a Catarina Martins, esta noite na SIC Notícias, Luís Delgado afirma que entende o mediatismo da porta-voz do Bloco de Esquerda como uma defesa da própria na eventualidade de não haver acordo.

  • Empresários apelam à estabilidade política
    9:27

    Novo Governo

    A Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa apela à estabilidade política. Num manifesto, divulgado hoje, a entidade escreve que as sucessivas negociações entre os partidos estão a deixar os empresários inquietos. Os empresários defendem que o horizonte de incerteza é nefasto para Portugal e que é preciso encontrar uma solução governativa estável, sob pena de o país ter de enfrentar uma nova intervenção externa.No comunicado, pode ler-se também que as empresas apelam a que a solução de governo seja responsável e duradoura.

  • Algumas das medidas do acordo à esquerda
    1:45

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    Enquanto o PS tenta fechar um entendimento à esquerda, há medidas do acordo que vão sendo conhecidas. O salário mínimo sobe, mas não para os 600 euros, desce a taxa social única para os trabalhadores e a função pública recupera os salários já em 2016.

  • Incêndio de Setúbal "quase dominado"
    4:04

    País

    O incêndio que deflagrou segunda-feira em Setúbal está "quase dominado", segundo informações da presidente da Câmara. Maria das Dores Meira diz que não há feridos a registar e que os habitantes já vão regressando a casa. Para ajudar no combate ao fogo foram enviados meios de Lisboa.

  • "Lancei um tema que os portugueses há muito queriam discutir"
    11:26
  • Danos Colaterais 
    18:55
    Reportagem Especial

    Reportagem Especial

    Jornal da Noite

    Nos últimos oito anos a banca perdeu 12 mil profissionais. A dimensão de despedimentos no setor é a segunda maior da economia portuguesa, só ultrapassada pela construção civil. A etapa mais complexa da história começou em 2008, com a nacionalização do BPN. Desde então, as saídas têm sido a regra. A reportagem especial desta terça-feira, "Danos Colaterais", dá voz aos despedidos da banca.