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Alternativa da oposição é programa "imediatista, irrealista" e "iliberal", diz Passos

O primeiro-ministro e presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, considerou hoje que a alternativa programática da oposição é "um programa político imediatista e irrealista" e "iliberal", que põe em causa o equilíbrio das contas públicas. Passos Coelho prometeu assumir as suas responsabilidades com "uma política positiva, ao serviço dos portugueses", mas sem colaborar e fazendo oposição a "uma política negativa, de ruína de Portugal".

Lusa

Lusa

MIGUEL A. LOPES

Passos Coelho falava no debate do Programa do Governo, numa intervenção em que defendeu que os partidos defensores da participação de Portugal na União Europeia, no euro e na NATO constituem "uma maioria maior" saída das eleições legislativas, "maior certamente do que quaisquer outras geometrias que se possam agora anunciar".

Numa alusão ao entendimento entre PS, BE, PCP e PEV para uma alternativa de Governo, Passos Coelho considerou que esse "outro caminho" é o de "um programa político imediatista e irrealista, assente no desejo do regresso à ideia de omnipresença do Estado e numa representação iliberal e anti-global do mundo"

"Não garante a trajetória seguida nos últimos 30 anos relativamente ao nosso consenso europeu, antes o compromete, já que um programa como este dificilmente deixaria de ser visto como uma ameaça à normalização das nossas contas públicas e aos progressos que na economia e na sociedade vão ligados a essa normalização", acrescentou.

Na última mensagem deixada por Passos Coelho na intervenção de abertura do debate do Programa do XX Governo Constitucional, relativamente a fazer oposição a "uma política negativa, de ruína de Portugal", o primeiro-ministro disse não ignorar que "já várias forças com representação parlamentar anunciavam o seu desejo de o vir a inviabilizar o programa do Governo, apresentando moções de rejeição", o que implica a demissão do Executivo.

"Tal como todos os agentes políticos, também eu assumirei as minhas responsabilidades. Assumo a responsabilidade de uma política positiva, ao serviço dos Portugueses, da recuperação do país e da credibilidade nacional. Assumo a responsabilidade de não colaborar, e de me opor, a uma política negativa, de ruína de Portugal, em que os Portugueses são vistos como meros instrumentos de jogadas políticas de poder", declarou.

"Cabe agora, a todos e a cada um nesta 'casa da democracia' assumir as suas responsabilidades políticas e democráticas", concluiu.

Lusa

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