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Sampaio da Nóvoa deseja felicidades ao novo Executivo e fala de momento histórico

O candidato a Belém António Sampaio da Nóvoa desejou hoje "as maiores felicidades" ao XXI Governo, considerando que neste "momento histórico" ficou clara a importância do papel do Presidente da República, que não deve excluir ninguém.

Durante o discurso de inauguração da sede de campanha nacional, em Lisboa, e lançamento do livro "Política de Vida", da autoria de Sampaio da Nóvoa, o candidato presidencial afirmou que se está a viver um "momento histórico" e que, "ao fim de cerca de 50 dias de incertezas e de alguma turbulência política, o processo das eleições legislativas está prestes a ficar resolvido".

"Amanhã toma posse um novo Governo, ao qual desejo as maiores felicidades, a bem do país e dos portugueses", enfatizou.

Na opinião de Sampaio da Nóvoa, "agora abre-se um novo capítulo, este capítulo das Presidenciais", considerando que nestas semanas se ficou a saber, primeiro, "a importância do papel de um Presidente da República" na vida política.

"E, contrariamente ao que muitos andaram a dizer, ficámos a saber que não há vencedores antecipados e temos uma eleição em aberto para disputar e para ganhar", destacou ainda.

Para o candidato a Belém, e caso algumas dúvidas houvesse, "as últimas semanas tornaram clara a urgência" da candidatura que encabeça já que "faz falta um Presidente da República capaz de representar todos os portugueses", pegando numa ideia defendida por Carvalho da Silva de que é preciso "construir compromissos históricos num tempo tão exigente da nossa vida".

"Um Presidente que não exclua ninguém, que não fique refém de interesses particulares ou de lógicas partidárias. Um Presidente capaz de acolher e de apoiar as alianças necessárias à estabilidade governativa. Um Presidente sem preconceitos e sem tabus", defendeu ainda.

Para Sampaio da Nóvoa, o "país está dividido, mas tem estado também desligado, divorciado" e "a distância face ao poder mina a confiança nas instituições", Governo, Assembleia da República e Presidente da República.

"Porém, as últimas semanas, trouxeram-nos uma boa notícia. E a boa notícia é que, no meio de uma agressividade desnecessária, houve um regresso da política. Foi bom - é bom - ouvir os portugueses discutirem a Constituição, darem a sua opinião sobre o que deveria, ou não, fazer o Presidente da República", considerou ainda.

O candidato a Belém assegura que não será nunca um Presidente de fação.

"Não contem comigo para isso. Não serei nunca um Presidente que age a favor de uma parte, de uma fação, tendenciosamente. Serei um Presidente independente, imparcial, capaz de promover a participação dos cidadãos, para que se liguem, de novo, à vida política", assegurou.

Lusa

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