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Reformados avisam Governo que se não cumprir promessas vão exigir a demissão

A Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI) avisou hoje o Governo socialista que, caso não cumpra as promessas feitas, nomeadamente em relação a este setor, vai para a rua protestar e exigir a sua demissão.

LUSA

"Se não cumprir as promessas que divulgou, é evidente que corre o risco de não ter condições para governar. Iremos lutar e exigir, caso não sejam cumpridas essas promessas, a demissão deste Governo, obviamente", afirmou o presidente desta confederação.

Em declarações à agência Lusa, após a realização do oitavo congresso nacional do MURPI, que decorreu hoje em Lisboa, Casimiro Menezes notou que "houve uma viragem" com a queda do Governo PSD/CDS-PP, mas alertou que os reformados, pensionistas e idosos "não vão abdicar do protesto e de ações de rua" para reivindicarem as suas exigências.

Casimiro Menezes acalenta, contudo, em relação ao novo Governo liderado por António Costa, que tem o apoio dos restantes partidos de esquerda, a esperança de que venha a governar com medidas que vão ao encontro do setor dos reformados, mas também ao resto da população que se viram "prejudicados nos últimos quatro anos".

A demissão do Governo PSD/CDS-PP foi para o MURPI, só por si, "uma conquista".

Realizou-se hoje, no Fórum Lisboa, mais um congresso nacional do MURPI com a presença de centenas de reformados e pensionistas de norte a sul do país.

"Este 8.º congresso é a prova da vitalidade e da necessidade de afirmação desta confederação, que já vai para quase 40 anos de existência e que congrega mais de 150 associações de reformados, pensionistas e idosos, que maioritariamente marcaram presença neste congresso", destacou o presidente do MURPI.

O congresso serviu, nomeadamente, para eleger os novos corpos sociais e para aprovar um documento com um conjunto de 18 medidas consideradas "importantes" pelos reformados.

"Que vão desde a área da saúde, das pensões, da mobilidade, da habitação até a espetos culturais da vida das associações dos reformados", concluiu Casimiro Menezes.

Lusa

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