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CDS diz que esquerda fica definitivamente comprometida na foto de família

O líder parlamentar do CDS-PP defendeu hoje que a rejeição da moção apresentada por sociais-democratas e centristas deixa a esquerda definitivamente comprometida com o Governo do PS e dentro da foto de família de que anda a fugir.

Lusa

Lusa

M\303\201RIO CRUZ

"Quem se levantar amanhã [quinta-feira] contra a rejeição ficará definitivamente comprometido e corresponsável com o que este Governo fizer ou deixar de fazer. Não fogem à foto de família que andam a fugir", afirmou Nuno Magalhães.

O presidente da bancada do CDS referia-se à moção de rejeição ao programa do executivo liderado por António Costa, sublinhando que o primeiro-ministro "não teve confiança" expressa numa moção de confiança que fosse votada por PS, PCP, BE, PEV.

Nuno Magalhães cumprimentou António Costa como o primeiro-ministro que não ganhou as eleições, disse temer as consequências económicas deste executivo e perguntou ao chefe do Governo porque é que entregou os transportes públicos de Lisboa e do Porto ao PCP, falando da "onda de greves" anunciada pela CGTP-IN para o mês de dezembro.

"O seu programa é eufórico quanto ao consumo, cabisbaixo em relação ao investimento, omisso nas exportações. Com as medidas do IRS, que são pura ideologia, como vai convencer as empresas preferir Portugal para investir e com isso criar emprego ou como vai evitar que as empresas portuguesas escolham sistemas fiscais mais favoráveis para investir o que podiam investir em Portugal?", questionou.

Para o CDS-PP, o Programa do XXI Governo Constitucional baseia-se "na destruição e não na construção, na rejeição e não na confiança".

"Os senhores unem contra nós e não pelo país, porque nem entenderem conseguem entender-se", acusou, argumentando que os socialistas perderam "o seu eixo, os seus valores e a sua moderação" e que o entendimento que une a maioria parlamentar de esquerda "não resulta de uma coligação formal, de um acordo parlamentar, não resulta sequer de um texto comum".

"É um programa que conjunturalmente pode até servir alguns partidos, mas que manifestamente e seguramente não serve Portugal e os portugueses", frisou.

Lusa

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