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Costa promete cultura de diálogo e compromisso sem exclusões

O primeiro-ministro prometeu hoje uma cultura de abertura ao diálogo e ao compromisso sem exclusões políticas ou sociais, num discurso em que criticou a lógica da "trincheira de confrontação" e manifestou confiança no suporte parlamentar da esquerda.

Lusa

Lusa

M\303\201RIO CRUZ

Estas posições foram assumidas por António Costa logo na abertura do seu discurso de apresentação do programa do XXI Governo Constitucional na Assembleia da República.

"É com uma postura de abertura ao diálogo e ao compromisso que o XXI Governo se relacionará com esta Assembleia [da República]. E é com o mesmo esforço persistente de diálogo e concertação social que nos relacionaremos com os parceiros sociais e com a sociedade", declarou o primeiro-ministro.

Na sua intervenção, António Costa manifestou confiança no suporte parlamentar das forças de esquerda em relação ao seu Governo e reiterou a legitimidade política e constitucional da solução que está na base deste executivo minoritário socialista.

"O conjunto das bancadas parlamentares do PS, do BE, do PCP e do PEV que asseguraram um suporte parlamentar maioritário ao Governo, provaram que em democracia há sempre alternativas, e que não estávamos condenados a ver prosseguir as políticas que não tinham apoio maioritário nesta Assembleia [da República], porque maioritariamente tinham sido rejeitadas pelos cidadãos que as senhoras e os senhores deputados representam. É pois confiante na solidariedade deste apoio maioritário que o XXI Governo se apresenta nesta Assembleia", salientou o líder do executivo.

Ainda de acordo com o primeiro-ministro, a atual solução de Governo contribuiu até "para enriquecer a democracia, ao valorizar o pluralismo e diversificar as alternativas, garantindo que a maioria eleitoral que votou pela mudança de políticas não se frustrava na incapacidade de gerar uma mudança da maioria de governo".

Mas António Costa deixou também uma mensagem de recusa de uma lógica de confrontação face às bancadas do anterior Governo PSD/CDS-PP.

"Quero deixar claro que ao derrubar este muro velho de 40 anos, não abrimos uma trincheira de confrontação que exclua do diálogo democrático as restantes bancadas parlamentares, como bem prova a inclusão no programa do Governo de contributos do PAN (Pessoas Animais e Natureza), com quem contamos para aprofundar o debate civilizacional sobre o bem-estar animal", disse.

Lusa

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