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Marcelo sucede a Cavaco

Marcelo cumpriu a tradição e visitou o Mosteiro de Jerónimos

Marcelo cumpriu a tradição e visitou o Mosteiro de Jerónimos

O novo Presidente cumpriu a tradição e visitou o Mosteiro dos Jerónimos, logo a seguir à tomada de posse no Parlamento. Marcelo Rebelo de Sousa depositou flores nos túmulos de Luís de Camões e de Vasco da Gama.

  • "Marcelo Rebelo de Sousa vai ser o anti-Cavaco, hoje já se viu"
    7:28

    Opinião

    "Portugal é a razão de ser do compromisso solene que acabo de assumir", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, no início do seu discurso de posse como Presidente da República. O novo chefe de Estado defendeu consensos alargados, garantiu solidariedade institucional "indefetível" ao Parlamento, e prometeu ser "de todos sem exceção". Bernardo Ferrão analisou no Primeiro Jornal o discurso de tomada de posse do Presidente. "Marcelo Rebelo de Sousa vai ser o anti-Cavaco, hoje já se viu", considerou.

  • Figuras de destaque na cerimónia de tomada de posse
    0:52

    Marcelo sucede a Cavaco

    Nas cerimónias desta manhã estiveram nomes da alta política nacional mas também representantes estrangeiros. Felipe VI, Rei de Espanha, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e do Chefe de Estado de Moçambique, Filipe Nyusi, foram algumas das figuras de destaque entre os mais de 500 convidados para a cerimonia de tomada de posse.

  • Incêndios causaram 76 feridos no espaço de uma semana
    0:34

    País

    No espaço de uma semana, 76 pessoas ficaram feridas, incluindo seis com gravidade, durante os incêndios florestais. Na conferência de imprensa desta tarde, a Proteção Civil explicou que há cinco planos municipais de emergência ativos por causa das chamas.

  • Marine devolve bandeira do Japão 73 anos depois 
    2:13

    Mundo

    Setenta e três anos depois da batalha mais sangrenta do Pacífico, um veterano dos Estados Unidos cumpriu uma promessa pessoal. Marvin Strombo devolveu à família a bandeira da sorte de um soldado japonês, morto em 1944, em Saipan, na II Guerra Mundial. 

  • Autoridades usam elefantes para resgatar pessoas das cheias na Ásia
    1:31

    Mundo

    Mais de 215 pessoas morreram nas inundações que estão a devastar o centro da Ásia, e estima-se que três milhões tiveram de abandonar as casas. As autoridades estão a usar elefantes para resgatar locais e turistas das zonas mais afetadas e avisam que há dezenas de pessoas desaparecidas.