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Mário Soares 1924-2017

Últimas aparições públicas de Mário Soares

Últimas aparições públicas de Mário Soares

No último ano foram raras as aparições públicas de Mário Soares. Mas este verão, o ex-Presidente da República ainda participou em duas homenagens. A última aparição pública foi em setembro, numa homenagem a Maria Barroso. Em Julho, Soares foi homenageado em São Bento pelos 40 anos do 1º Governo Constitucional, uma cerimónia na qual também discursaram o primeiro-ministro, António Costa, e o antigo chefe de Governo, Francisco Pinto Balsemão.

  • As últimas batalhas políticas de Mário Soares
    3:19

    Mário Soares 1924-2017

    Nos últimos anos, foram vários as ocasiões em que Mário Soares não se inibiu de assumir publicamente posições políticas controversas. Foi um dos principais críticos do anterior Governo e do ex-Presidente da República, não escondeu a desilusão com a liderança socialista de António José Seguro e foi um dos grandes apoiantes de António Costa nas primárias do PS. Mário Soares foi também um dos principais defensores de José Sócrates.

  • O regresso de Soares a Portugal após o 25 de abril
    3:46

    Mário Soares 1924-2017

    Por força das circunstâncias, Mário Soares assistiu fora de Portugal ao Movimento dos Capitães de Abril. Três dias depois da revolução, regressou ao país novo, envolto num banho de multidão que o acolheu vindo de Paris. Era o início de um longo e inédito protagonismo no Portugal democrático.

  • Soares e a fundação do PS
    2:35

    Mário Soares 1924-2017

    Mário Soares foi o primeiro secretário-geral do Partido Socialista. Fundada em 1973, a nova força partidária viria a dar cartas no Portugal de antes e pós-25 de Abril. Um ano antes da Revolução dos Cravos, e sob a égide de Soares, o PS foi dos principais contestatários da visita que Marcello Caetano efetuou a Londres. O líder recém-eleito esteve entre os manifestantes que protestaram frente à embaixada de Portugal na capital britânica.

  • Marcelo lembra como foi tratada a tragédia durante a ditadura
    2:25

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Marcelo Rebelo de Sousa não quis comentar diretamente a polémica em torno da lista das vítimas mortais de Pedrógão Grande, mas recorreu às cheias de 1967 para lembrar como as tragédias eram tratadas no tempo da ditadura. O Presidente da República defendeu que não é possível esconder a dimensão de uma tragédia num regime democrático. Há 50 anos, Marcelo Rebelo de Sousa acompanhou de perto a forma como o regime tentou esconder a verdadeira dimensão do incidente.

  • Ministra admite falhas no SIRESP no presente e no passado
    2:35

    País

    A ministra da Administração Interna admitiu, esta quinta-feira, que o SIRESP falha no presente tal como já falhou no passado, quando a tutela pertencia ao Governo PSD. Os sociais-democratas quiserem ouvir Constança Urbano de Sousa na comissão parlamentar mas desta vez a ministra defendeu-se com um ataque. 

  • "Comecei por ajudar uma família que me pediu um plástico para se proteger"
    4:51
  • Míssil lançado do Iémen intercetado perto de Meca

    Mundo

    Um míssil balístico lançado pelos rebeldes xiitas do Iémen foi intercetado, quinta-feira à noite, perto de Meca, na Arábia Saudita, a um mês da peregrinação muçulmana anual do hajj, anunciou a coligação árabe que intervém no Iémen.