sicnot

Perfil

Massacre em Orlando

Massacre em Orlando

Massacre em Orlando

Obama condena "ato de terrorismo e de ódio" em Orlando

O Presidente norte-americano, Barack Obama, condenou hoje o pior massacre da história dos Estados Unidos, que fez 50 mortos num clube noturno gay em Orlando, Florida, classificando-o como "um ato de terrorismo e de ódio".

© Joshua Roberts / Reuters

"Embora a investigação esteja ainda no início, já sabemos o suficiente para dizer que se tratou de um ato de terrorismo e de ódio", disse Obama num breve discurso em direto da Casa Branca.

"E nenhum ato de terrorismo e de ódio conseguirá mudar quem nós somos", afirmou.

Por indicação do chefe de Estado, as bandeiras de todos os edifícios federais serão colocadas a meia haste, em sinal de luto pelas vítimas.

O atirador foi identificado pela imprensa como Omar Mateen, um cidadão norte-americano de origem afegã, de 29 anos. O autor do massacre agiu sozinho e foi morto numa troca de tiros com a polícia.

Segundo as estações televisivas NBC e CNN, o jovem jurou lealdade ao grupo extremista Estado Islâmico (EI) numa chamada telefónica feita para o número de emergências 911 pouco antes de abrir fogo sobre as pessoas que se encontravam no clube.

Além dos 50 mortos, registaram-se também 53 feridos, de acordo com o mais recente balanço das autoridades, que emitiram um apelo para donativos de sangue.

Lusa

  • Braga perde com Shakhtar e fica fora dos 16 avos de final da Liga Europa
    3:16
  • Cerca de 150 civis doentes retirados de Alepo

    Mundo

    Cerca de 150 civis, a maioria doentes ou deficientes, foram retirados na noite de quarta-feira para quinta-feira de um centro de saúde de Aleppo, na parte mais antiga da cidade tomada pelo exército sírio, anunciou a Cruz Vermelha internacional.

  • Dissolução da União Soviética aconteceu há 25 anos

    Mundo

    Assinalam-se esta quinta-feira 25 anos desde o fim do acordo que sustentava a União Soviética. A crise começou em 80, mas aprofundou-se nos anos 90 com a ascensão de movimentos nacionalistas em praticamente todas as repúblicas soviéticas.