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Massacre em Orlando

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Primeiras vítimas mortais do tiroteio de Orlando já foram identificadas

As autoridades norte-americanas começaram a publicar os primeiros nomes das vítimas mortais do pior tiroteio da história do país, que fez 50 mortos e 53 feridos na discoteca Pulse, em Orlando, no estado da Florida (sudeste).

Phelan M. Ebenhack

Edward Sotomayor Jr., Stanley Almodóvar III, Luis Omar Ocasio-Capo e Juan Ramón Guerrero foram os primeiros identificados, de acordo com a página digital das autoridades locais de Orlando. As famílias já foram notificadas.

Embora o número de mortos se mantenha em 50, as autoridades receiam que possa vir a aumentar, por existirem alguns casos de pessoas feridas com gravidade.

"A nossa cidade está a trabalhar sem descanso para conseguir toda a informação possível para que as famílias possam começar o processo de luto", indicou a câmara municipal de Orlando na página oficial.

Esta madrugada, os clientes da discoteca 'gay' Pulse foram surpreendidos por Omar Seddique Mateen, um norte-americano de origem afegã de 29 anos, que começou a disparar indiscriminadamente, deixando 50 mortos e 53 feridos.

Entretanto, a organização Equality Florida Action, de defesa do coletivo homossexual, condenou o ataque e iniciou uma campanha de angariação de fundos para as famílias das vítimas, tendo já conseguido perto de meio milhão de dólares.

Em conferência de imprensa, o agente especial do FBI (serviço federal de segurança interna), Ron Hopper, afirmou que ainda não é possível classificar este ataque como um "crime de ódio ou terrorista" por a investigação ainda não ter sido encerrada.

O chefe da polícia de Orlando, John Mina, indicou que foram encontrados no local do tiroteio uma pistola e uma espingarda de assalto "AR-15", afirmando ser ainda cedo para saber como o atacante entrou armado na discoteca e como teve início o tiroteio.

Lusa

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