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Massacre em Orlando

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Atirador de Orlando mostrou "tranquilidade assustadora" a falar com o FBI

O autor do massacre na discoteca de Orlando, Florida, afirmou ser um "soldado islâmico" e mostrou uma "tranquilidade assustadora" nas conversas com a polícia na noite do ataque, referiu hoje a polícia federal norte-americana (FBI).

Omar Mateen

Omar Mateen

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"Estou em Orlando e fui eu que disparei", afirmou Omar Mateen às 02:35 locais, reivindicando o ataque, que provocou 49 mortos, segundo a sequência dos eventos divulgados pelo FBI.

Omar Mateen manteve três conversas com um negociador da polícia. A última, com a duração de três minutos, ocorreu às 03:24 locais, segundo o FBI.

O assassino apresentou-se ao telefone como um "soldado islâmico" e disse ser leal ao líder do Daesh, Abu Bakr al-Baghdadi.

"O assassino fez as declarações de uma forma tranquila e assustadora", afirmou, em conferência de imprensa, o agente do FBI Ron Hooper.

Omar Mateen exigiu ao negociador do FBI que os Estados Unidos parassem de bombardear o Iraque e a Síria, sublinhando que existiam carros armadilhados que podiam explodir caso a polícia fizesse "algo estúpido".

Omar Mateen também disse que estava a utilizar um colete com explosivos como os "utilizados em França" e advertiu que nos próximo dias iriam ocorrer mais ataques.

Com Lusa

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