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Tragédia no Meco

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João Gouveia não vai a julgamento no caso das mortes no Meco

O juiz de instrução do Tribunal de Setúbal anunciou hoje que o “dux” da Universidade Lusófona,  João  Gouveia, não vai a julgamento no caso em que morreram seis jovens universitários na praia do Meco, a 15 de dezembro de 2013. O juiz aceitou a tese de acidente, não viu qualquer indício de crime e decidiu pelo arquivamento do caso das mortes no Meco.

(Reuters/ Arquivo)

(Reuters/ Arquivo)

REUTERS

Depois do debate instrutório, em que foram ouvidos peritos do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e do Instituto de Medicina Legal (IML), a advogada de defesa pediu que fosse proferido um despacho de não pronúncia, isto é, que o caso não fosse julgado.

 

As famílias exigiam que João Gouveia respondesse pela morte das seis vítimas, mas a defesa garante que não surgiu qualquer elemento novo que justificasse a ida a julgamento.

 

O advogado das famílias garantia hoje que independentemente da decisão do juiz, o processo não ficará por aqui.

 


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