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Nicolau Breyner 1940-2016

Nicolau Breyner 1940-2016

Nicolau Breyner 1940-2016

Fernando Medina salienta "figura incontornável da cena cultural" de Lisboa e do país

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, manifestou hoje pesar pelo falecimento de Nicolau Breyner, salientando que o ator era "uma figura incontornável da cena cultural do país e de Lisboa".

"Foi com muita tristeza que tomei conhecimento da morte de Nicolau Breyner", refere uma nota do presidente da Câmara de Lisboa, enviada à agência Lusa.

"Ator, encenador, realizador, produtor, Nicolau era uma figura incontornável da cena cultural do país e de Lisboa, com fortes laços à cidade", salienta Fernando Medina.

O autarca lembra que Nicolau Breyner se estreou "no Teatro da Trindade, fez parte de vários elencos no Parque Mayer".

Além disso, acrescenta, "foi nas ruas de Lisboa que rodou um dos últimos filmes em que participou, Os gatos não têm vertigens".

A nota do chefe do executivo municipal frisa também que o ator viveu grande parte da sua vida em Lisboa.

"A cidade atribuiu-lhe a Medalha de Mérito Municipal - Grau Ouro em 2010, por ocasião dos 50 anos da sua brilhante carreira, tendo apoiado Nicolau Breyner na concretização de um dos seus sonhos - a criação de uma escola de atores, a NB Academia, que é hoje uma realidade", refere a nota.

O ator e realizador Nicolau Breyner, 75 anos, morreu hoje, em casa, em Lisboa, disse à agência Lusa fonte da assessoria do ator.

Nascido em Serpa, no distrito de Beja, a 30 de julho de 1940, com uma carreira de mais de 60 anos, o ator deixou uma marca na televisão portuguesa, sobretudo através de telenovelas muito populares como "Vila Faia" e "Cinzas", entre outras.

Ficou também conhecido do grande público em programas na televisão como "Senhor feliz e senhor contente", com Herman José, e "Eu Show Nico".

Trabalhou igualmente no cinema, como ator e realizador, tendo colaborado com António-Pedro Vasconcelos ("A Bela e o Paparazzo", "Os Imortais", "Os gatos não têm vertigens"), João Botelho ("Corrupção") e Leonel Vieira ("A arte de Roubar"), entre outros.

Lusa