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ANTRAM admite novas formas de luta se não chegar a acordo com o Governo

A ANTRAM reúne-se na sexta-feira com o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Rocha Andrade, admitindo estudar outras formas de intervenção se não forem encontradas soluções para mitigar os impactos do aumento do imposto sobre combustíveis no setor.

Na semana passada, a Associação Nacional de Transportadoras Rodoviárias de Mercadorias (ANTRAM), juntamente com a Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP), entregou ao Governo um caderno reivindicativo para mitigar os impactos do aumento do ISP, considerando ser "essencial chegar-se a uma plataforma de entendimento".

"Todavia, caso não se concretizem as medidas apresentadas, não restará à ANTRAM outra alternativa que a realização de nova reunião com os seus associados para definir outros tipos de intervenção na luta por melhores condições para desenvolver a sua atividade", admite a ANTRAM, num comunicado enviado hoje e que divulga também o encontro com o secretário de Estado.

As duas associações que representam as transportadoras rodoviárias de mercadorias exigem uma maior diferenciação no Imposto Único de Circulação (IUC) entre o transporte particular e o profissional, através de uma penalização do particular, para compensar o aumento do ISP.

Em primeiro lugar, as transportadoras rodoviárias de mercadorias querem a devolução do aumento de seis cêntimos por litro de gasóleo e de gasolina do ISP, previsto no Orçamento do Estado para 2016 (OE2016), em vigor desde meados de fevereiro.

Mais do que não sofrer este agravamento, as associações querem que o preço dos combustíveis, que representa 35% dos custos das empresas, seja equiparado ao praticado em Espanha, o que deverá ocorrer através da devolução do ISP, com base no consumo real de combustível.

As associações recuperam ainda uma reivindicação antiga - incentivos à renovação das frotas e também incentivos ao abate de veículos pesados de mercadorias com dez ou mais anos - e exigem mais descontos nas taxas de portagem, nomeadamente alargando o período horário de descontos e/ou distinguindo consoante a classe poluente em que os veículos se inserem.

"A ANTRAM, que sempre apostou num diálogo proativo com o Governo, espera receber um 'feedback' positivo às propostas apresentadas", salienta a associação.

Lusa

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