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Panama Papers

Dezenas de chefes de Estado e do governo envolvidos no caso "Panama papers"

Dezenas de chefes de Estado e do governo envolvidos no caso "Panama papers"

Entre as personalidades que emergem da investigação "Panama papers" contam-se dezenas de chefe-de Estado e do Governo, alguns ainda em funções. Poderão estar envolvidos o Presidente do Paquistão, o rei da Arábia Saudita, o Presidente da Ucrânia, uma tia do Rei de Espanha, entre outros. Os dados da fuga de informação dizem respeito ao período entre 1977 e 2015.

  • Governos investigam informações reveladas pelos "Panama papers"
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    O "Panama papers" é o escândalo de que se fala em todo o mundo. Dezenas de governos começaram já a investigar as informações destes documentos. Políticos suspeitos de esquemas de evasão fiscal e lavagem de dinheiro ignoraram ou negam as informações de uma investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas. François Hollande já prometeu penalizações aos franceses implicados.

  • Cerca de 500 bancos terão criado mais de 15 mil empresas em paraísos fiscais
    2:30

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    Cerca de 500 bancos terão criado mais de 15 mil empresas em paraísos fiscais. De acordo com a investigação Panama Papers, os dez maiores bancos europeus estão envolvidos no esquema de milhares de milhões de euros escondidos em offshores. A criação destas empresas terá surgido através da Mossack Fonseca, a quarta maior empresa de criação de contas em paraísos fiscais.

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.