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Panama Papers

Empresa ajudava multimilionários a esconder fundos das ex-mulheres

Empresa ajudava multimilionários a esconder fundos das ex-mulheres

A empresa de advogado panamiana Mossack Fonseca, envolvida no caso "Panama papers", tinha várias áreas de negócio, tão variadas que incluiam um negócio em expansão. O apoio a multimilionários que queriam esconder fundos de ex-mulheres.

  • Como chefes de Estado, criminosos e celebridades escondem o dinheiro
    2:55

    Panama Papers

    O Ministério Público do Panamá vai investigar as denúncias de fraude, lavagem de dinheiro e evasão fiscal divulgadas pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação que envolve a empresa de advogados Mossack Fonseca, com sede no Panamá. Em causa está o enriquecimento ilícito e a fuga ao fisco de políticos, empresários, celebridades e criminosos de todo o mundo. Os dados foram conhecidos através de uma fuga de informação que divulgou mais de 11 milhões de documentos.

  • Governos investigam informações reveladas pelos "Panama papers"
    2:34

    Panama Papers

    O "Panama papers" é o escândalo de que se fala em todo o mundo. Dezenas de governos começaram já a investigar as informações destes documentos. Políticos suspeitos de esquemas de evasão fiscal e lavagem de dinheiro ignoraram ou negam as informações de uma investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas. François Hollande já prometeu penalizações aos franceses implicados.

  • Cerca de 500 bancos terão criado mais de 15 mil empresas em paraísos fiscais
    2:30

    Panama Papers

    Cerca de 500 bancos terão criado mais de 15 mil empresas em paraísos fiscais. De acordo com a investigação Panama Papers, os dez maiores bancos europeus estão envolvidos no esquema de milhares de milhões de euros escondidos em offshores. A criação destas empresas terá surgido através da Mossack Fonseca, a quarta maior empresa de criação de contas em paraísos fiscais.

  • "Informação foi entregue a um jornal alemão e ninguém sabe quem é a fonte"
    5:17

    Panama Papers

    A informação referente à operação "Panama Papers" "foi entregue a um jornal alemão e ninguém sabe quem é a fonte", de acordo com o diretor do Expresso, um dos jornais com acesso aos dados da investigação. Pedro Santos Guerreiro esteve, esta noite, no Jornal da Noite, e explicou ainda como está a ser organizada a partilha de informação. A investigação foi desencadeada por jornalistas e trata-se de um escândalo mundial de lavagem de dinheiro e evasão fiscal que envolve atuais e antigos chefes de estado, celebridades e milionários.

  • Dezenas de chefes de Estado e do governo envolvidos no caso "Panama papers"
    2:41

    Panama Papers

    Entre as personalidades que emergem da investigação "Panama papers" contam-se dezenas de chefe-de Estado e do Governo, alguns ainda em funções. Poderão estar envolvidos o Presidente do Paquistão, o rei da Arábia Saudita, o Presidente da Ucrânia, uma tia do Rei de Espanha, entre outros. Os dados da fuga de informação dizem respeito ao período entre 1977 e 2015.

  • Obama diz que Guterres "tem uma reputação extraordinária"
    1:38

    Mundo

    António Guterres diz que vai trabalhar com Barack Obama e também com Donald Trump, na reforma das Nações Unidas. O futuro secretário-geral da ONU foi recebido por Obama, na Casa Branca, onde recebeu vários elogios do presidente norte-americano.

  • Mãe do guarda-redes da Chapecoense comove o Brasil
    1:37
  • Dezenas de mortos em bombardeamentos do Daesh em Mossul

    Daesh

    Dezenas de civis, entre os quais várias crianças, morreram e outros ficaram feridos em ataques de morteiro efetuados pelo grupo extremista Daesh em Mossul, disse à agência Efe o vice-comandante das forças antiterroristas iraquianas.

  • Morreu o palhaço que fazia rir as crianças de Alepo

    Mundo

    Anas al-Basha, mais conhecido como o Palhaço de Alepo, morreu esta terça-feira durante um bombardeamento aéreo na zona dominada pelos rebeldes. O funcionário público mascarava-se de palhaço para ajudar a trazer algum conforto e alegria às crianças sírias, que vivem no meio de uma guerra civil.

  • Tribunal chinês iliba jovem executado há 21 anos

    Mundo

    Nie Shubin foi fuzilado em 1995, na altura com 20 anos, depois de ter sido condenado por violação e assassinato de uma mulher, na cidade de Shijiazhuang. Agora, a justiça chinesa vem dizer que, afinal, o jovem era inocente, uma vez que não foram encontradas provas suficientes para o condenar.