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Luís Portela, Manuel Vilarinho, Ilídio Pinho e grupo Espírito Santo no Panama Papers

Luís Portela, Manuel Vilarinho e Ilídio Pinho estão entre os envolvidos no Panama Papers, que ajudou ainda a esconder um saco azul do Espírito Santo durante 21 anos. Pelas enterprises terão passado mais de 300 milhões de euros. Um gestor de fortunas admite também contactos com um representante de Isabel dos Santos. Ex-ministros portugueses também fazem parte da sua lista de clientes. Ao todo há mais de 240 portugueses envolvidos no escândalo das offshores da Mossack Fonseca.

O dono da Bial, por exemplo, criou uma offshore no Panamá, em 2004, que controlava de forma indirecta, e que já terá sido encerrada. Em resposta aos jornalistas, Luís Portela diz que a Bial tem uma filial no Panamá e para isso teria uma conta naquele país que garante que cumpria as leis.


O ex-presidente do Benfica Manuel Vilarinho diz que já estava à espera que o Expresso lhe ligasse. Vilarinho admite que teve uma offshore nos Estados Unidos, ligada ao processo Monte Branco, e diz que ter uma offshore não é por si só ilegal.


Ilídio Pinho rejeita ter criado uma ofshore em 2006, mas o nome do empresário também aparece nos documentos. Pinho e mais oito pessoas tiveram luz verde para mexer em contas de uma empresa ligada a um offshore no Panamá.


Também a Abreu Advogados está identificada nos documentos, como um dos intermediários nos negócios com a Mossack Fonseca.


Há ainda um empresário ligado ao futebol, que o jornal Expresso ainda não conseguiu identificar.

Há vários tipos de ligação à sociedade do Panamá: desde quem é dono das contas offshore, quem intermediou negócios, e quem as controla de forma indirecta.

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