sicnot

Perfil

Panama Papers

Panama Papers

Panama Papers

Grupo de peritos internacionais terminou investigação aos Panama Papers

O comité de peritos criado na sequência do escândalo "Panama Papers" para avaliar as práticas financeiras no país e sugerir medidas de combate à evasão fiscal terminou o seu trabalho, anunciou o Governo panamiano. "Estamos impacientes para conhecer as recomendações do comité", disse na quinta-feira a vice-presidente do Panamá, Isabel de Saint Malo, que espera receber formalmente um relatório nos próximos dias.

Os "Panama Papers", mais de 11 milhões de documentos da sociedade de advogados Mossack Fonseca foram divulgados em abril pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação e revelam a utilização de paraísos fiscais que escondem os rendimentos de pessoas e empresas de todo mundo.

O Nobel da Economia Joseph Stiglitz fez parte do comité de peritos criado após o escândalo dos "Panama Papers", mas demitiu-se porque o Governo panamiano recusou comprometer-se a divulgar o resultado da investigação.

O especialista em direito penal suíço Mark Pieth renunciou igualmente ao cargo.

O comité foi criado a 30 de abril pelo Governo de Juan Carlos Varela para avaliar as práticas dos serviços financeiros do Panamá, depois da revelação dos "Panama Papers".

Os estatutos do comité explicitam que o governo do Panamá tem autoridade exclusiva sobre o conteúdo dos trabalhos e que os membros do comité se comprometem a não divulgar os resultados.

Lusa

  • Polémica "Supernanny" em debate hoje na SIC
    2:25
  • Centeno aponta para a reforma e expansão do euro
    0:32

    Economia

    O ministro das Finanças português participa hoje na primeira reunião enquanto presidente do Eurogrupo. À entrada para o encontro dos ministros das Finanças da moeda única, Mário Centeno apontou a reforma do Euro como um dos principais desafios do mandato que agora inicia. 

  • Puigdemont chegou à Dinamarca e não foi detido

    Mundo

    O Ministério Público espanhol pediu ao tribunal supremo para voltar a emitir um mandado europeu de detenção contra o ex-presidente da Catalunha, Carles Puigdemont, que se deslocou à Dinamarca para participar numa conferência. O Supremo rejeitou no entanto o pedido. Entretanto na Catalunha, o presidente do parlamento propôs Puigdemont para voltar a dirigir o Governo Regional.

  • O caso Assange é "um problema" para o Equador

    Mundo

    O Presidente equatoriano, Lenin Moreno, declarou no domingo que o asilo atribuído ao fundador do WikiLeaks, Julian Assange, pela embaixada do Equador em Londres desde 2012 é "um problema herdado" que constitui "mais que um aborrecimento".