sicnot

Perfil

Papa Francisco em Fátima

Canonização dos pastorinhos confirmada para 13 de maio

LUSA

O Papa Francisco vai canonizar os dois pastorinhos Jacinta e Francisco durante a sua visita a Fátima, a 13 de maio. A decisão foi comunicada esta manhã pelo próprio Papa aos cardeais, reunidos no Vaticano. Esta era a última decisão que faltava desde que o milagre que permite a canonização foi aprovado pelo Papa, em março. A canonização ocorre no ano em que se assinala o centenário das aparições.

O anúncio do Papa teve lugar no Consistório em que foram fixadas as datas para a cerimónia de canonização de 37 futuros santos, entre eles Jacinta e Francisco.


A canonização de Francisco e Jacinta, beatificados pelo papa João Paulo II, em Fátima, a 13 de Maio de 2000, estava dependente do reconhecimento de um milagre, a cura de uma criança brasileira, em 2013, o que aconteceu a 23 de março.


No dia em que se soube da notícia da aprovação por Jorge Bergoglio do milagre atribuído a Jacinta e Francisco, o cardeal patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, confessou-se "muito feliz" com a notícia.

Sinos tocaram em Fátima após anúncio de canonização a 13 de maio

Os sinos do santuário de Fátima tocaram a repique cerca das 09:40, minutos depois de o papa Francisco ter anunciado ao consistório, em Roma, a canonização de Jacinta e Francisco, a 13 de maio, na Cova da Iria.


Fonte do santuário disse à agência Lusa que os sinos tocaram "mal se soube da notícia". O reitor do santuário, padre Carlos Cabecinhas, vai anunciar a notícia no santuário, rezar uma missa na Capelinha das Aparições e fará uma oração de ação de graças.


O Vaticano anunciou hoje que o papa Francisco vai canonizar os dois pastorinhos Jacinta e Francisco durante a sua visita a Fátima, a 13 de maio.

O Papa visita Fátima a 12 e 13 de maio para o centenário das "aparições", em 1917.

Com Lusa

  • Dono de submarino é o único suspeito da morte de jornalista sueca
    1:51

    Mundo

    A polícia dinamarquesa confirmou que o corpo decapitado encontrado junto ao mar, perto de Copenhaga, é o da jornalista sueca desaparecida há mais de 10 dias. Kim Wall estava a fazer uma reportagem sobre um submarino artesanal com o criador, que é agora o principal suspeito do crime. Parte do corpo foi encontrada na segunda-feira e identificada através de exames de ADN.