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Pokémon Go

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As histórias insólitas do Pokémon Go

Alguns europeus já podem jogar Pokémon Go. Desde quarta-feira que o jogo de realidade aumentada que está a fazer sucesso pelo mundo está disponível na Alemanha e hoje no Reino Unido. Uma aplicação que está a atrair milhões de jogadores... e bandidos.

© Sam Mircovich / Reuters

Existe há uma semana e apenas nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia e já tem 21 milhões de utilizadores ativos diariamente - o Snapchat e o Google Maps têm 14 milhões, por exemplo.

Foi criado no Japão, pela Nintendo, mas nem sequer está disponível no arquipélago. Só ontem chegou à Alemanha, hoje ao Reino Unido, a Portugal ainda não se sabe - oficialmente, porque já há quem o consiga jogar.

O "lado obscuro" do jogo

Nas inúmeras notícias que são divulgadas sobre o fenómeno, algumas revelam facetas inesperadas: ladrões que usam o jogo para atrair potenciais vítimas. Ou pessoas distraídas com o jogo que acabam por ser roubadas.

Pelo país, os jogadores têm sido atraídos para locais mais isolados enquanto estavam à procura de pokémons para depois serem roubados. Ou o caso de uma rapariga de 19 anos que ia apanhar um pokémon perto de um rio e acabou por encontrar um cadáver.

O jogo também tem sido acusado de provocar acidentes. Por exemplo, um condutor parou para apanhar um pokémon e outro carro chocou por trás. Ou outro condutor que chocou contra uma árvore porque estava a jogar enquanto conduzia.

Os insólitos em apenas uma semana e apenas nos Estados Unidos são já inúmeros. Mas há ainda um "lado bom": o jogo obriga as pessoas a andar. Há até relatos de pessoas com doenças mentais, algumas que não conseguiam sair de casa, e que são "obrigadas" pelo jogo a fazê-lo. Um pequeno passo para uma melhoria nas suas vidas.

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