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Castanheira Barros desiste da corrida a Belém

O advogado Castanheira Barros, que se tinha anunciado como pré-candidato à Presidência da República, informou hoje em Coimbra que não vai disputar as eleições devido "à grande azáfama" da sua vida profissional.

O advogado diz que seria um bom candidato para obter o apoio partidário do PSD, mas garante que não fecha a porta a outras cores políticas que se revejam nas ideias que tem para o cargo.

O advogado diz que seria um bom candidato para obter o apoio partidário do PSD, mas garante que não fecha a porta a outras cores políticas que se revejam nas ideias que tem para o cargo.

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"Acontece que cheguei a este momento sem condições para apresentar a candidatura, apesar dos milhares de assinaturas recolhidas", afirmou o advogado, numa conferência de imprensa no Hotel Dom Luís, em Coimbra, recusando-se a especificar o número exato de assinaturas que recolheu.

Castanheira Barros aproveitou também para manifestar o seu apoio a Marcelo Rebelo de Sousa, por uma questão de "coerência", recordando que quando se candidatou à liderança do PSD afirmou que apontaria Marcelo Rebelo de Sousa como candidato do partido às legislativas.

A razão da desistência às presidenciais, refere, prende-se com o facto de estar a viver "o momento mais intenso" da sua carreira enquanto advogado, não tendo tido "um único dia de sossego" desde que os tribunais "reabriram a 01 de setembro".

"Estão a decorrer as cinco principais ações de toda a minha carreira e pela lealdade aos meus clientes não pude dedicar-me o suficiente a uma divulgação mais intensa deste projeto", apontou Castanheira Barros.

Entre os processos, que totalizam "valores na ordem dos 4,5 milhões de euros", estão a coincineração de resíduos perigosos em Souselas e na Serra da Arrábida, uma "questão ambiental" em Torre de Moncorvo, uma ação em causa própria em que pede uma indemnização por não estar integrado na carreira de investigação científica e uma disputa de heranças.

Castanheira Barros manifestou ainda solidariedade para com todos os candidatos "que foram marginalizados pela comunicação social" e que não tiveram "oportunidade de expor publicamente as suas ideias".

Durante a campanha, distribuiu diretamente "mais de 60 mil panfletos", sendo que o momento mais alto de divulgação foi em agosto, quando uma tarja percorreu os céus do Algarve, realçou Castanheira Barros, que se recusa a usar a palavra "desistência", porque esta "não existe no seu dicionário".

Antes um "adiamento", vincou, referindo que, caso o trabalho como advogado abrande, vai voltar a apresentar "novo projeto de candidatura daqui a cinco anos".

"Foi feita uma rodagem e estou pronto para avançar para a estrada para um longo percurso, se houver condições", afirmou.

Até 2021, Castanheira Barros promete continuar a luta "contra a coincineração e contra o corte de pensões e vencimentos".

Além de Castanheira Barros, já desistiram de avançar com a candidatura à Presidência da República Sérgio Gave Fraga, José Pedro Simões, Graça Castanho, Paulo Freitas do Amaral, Orlando Cruz e António Araújo da Silva.

As eleições presidenciais realizam-se a 24 de janeiro.

Lusa

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