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Sampaio da Nóvoa é segundo no boletim de voto

O candidato presidencial António Sampaio da Nóvoa disse hoje que o segundo lugar do seu nome no boletim de voto "é um bom lugar", mas o importante é ser o primeiro no sufrágio agendado para 24 de janeiro.

"Ficamos em segundo no boletim de voto, esperamos ficar em primeiro nas eleições", vincou Sampaio da Nóvoa aos jornalistas.

O candidato falava na sua sede de campanha, em Lisboa, num dia em que promoveu duas reuniões: uma com a CNEF (Confederação Nacional de Educação e Formação) e outra com a FPAS (Federação Portuguesa das Associações de Surdos).

Sampaio da Nóvoa comentava o sorteio hoje realizado pelo Tribunal Constitucional (TC) que o coloca em segundo lugar no boletim de voto das eleições presidenciais de janeiro.

Questionado sobre o seu orçamento para a campanha, o segundo que prevê maiores despesas, o antigo reitor da Universidade de Lisboa sublinhou de todo o modo os "custos muito controlados", nomeadamente por comparação com presidenciais de outros anos.

"Estamos a fazer uma candidatura com custos muito controlados, mas temos de fazer uma candidatura com o mínimo de projeção do ponto de vista nacional", assinalou todavia.

Questionado sobre a notoriedade de Marcelo Rebelo de Sousa e os seus anos de comentador televisivo, Sampaio da Nóvoa frisou que se tais momentos televisivos contassem como tempos de antena, "os orçamentos já estariam todos esgotados" para o candidato apoiado por PSD e CDS-PP.

Os candidatos presidenciais Edgar Silva e Sampaio da Nóvoa são os que preveem mais gastos nas respetivas campanhas entre os 10 cidadãos que entregaram as assinaturas necessárias no TC.

António Sampaio da Nóvoa prevê gastar 742 mil euros, prognosticando angariar 968.000 euros, dos quais 798 mil euros provenientes da futura subvenção estatal.

O antigo reitor disse que está, juntamente com a sua equipa, "muito comprometido e convicto" da "dinâmica" da sua campanha e da possibilidade de vencer as eleições, cujo período oficial de campanha arranca a 10 de janeiro.

"Serei um Presidente exigente, próximo, presente, que quer um país capaz", assinalou.

Nas ruas e no "dia a dia" disse que sente que as pessoas o conhecem, mas é necessário "reforçar o capital de conhecimento e confiança" para que os portugueses sintam o novo rumo que Sampaio da Nóvoa quer trazer ao país como chefe de Estado.

Lusa

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