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Edgar Silva viabilizaria retificativo por "sentido de responsabilidade"

O candidato presidencial Edgar Silva justificou hoje a possibilidade de viabilizar o Orçamento Retificativo apresentado pelo PS com o "sentido de responsabilidade" de um chefe de Estado, posição que Maria de Belém Roseira considerou ser uma contradição.

"Enquanto Presidente da República não poderia pôr de parte, há um sentido de responsabilidade", admitiu Edgar Silva durante um debate na Sic Notícias com a também candidata às eleições de 24 de janeiro Maria de Belém Roseira.

Perante a insistência do jornalista Anselmo Crespo que moderava o debate para explicar a sua posição, já que o PCP - partido que o apoia - votou contra o Orçamento Retificativo, Edgar Silva repetiu apenas que apesar do "conjunto de discordâncias em tudo quanto se reporta ao processo Banif", enquanto chefe de Estado "não poderia de maneira nenhuma" descurar a possibilidade de viabilizar um documento com a importância do Orçamento Retificativo.

Lusa

  • O que parece não é. Ou é?

    Opinião

    Dizem que sou parecido com o candidato presidencial apoiado pelo PCP. Amigos e conhecidos têm teimado em como as feições de Edgar Silva se encaixam, aqui e ali, no meu rosto. Não conheço o militante comunista. O que sei resulta do trabalho feito pelos meus camaradas de profissão (de assinalar o excelente trabalho do meu amigo Joaquim Franco, num retrato exemplar de Edgar Silva). E com cartazes país fora, repetem-se os olhares e comentários: “é que és mesmo parecido”. Mas não sou. Nem Edgar Silva é Luís Manso. Ambos nos batemos, presumo, por um Mundo mais justo e melhor. Pelos valores certos dentro da sociedade. Mesmo dentro do erro, daí retirar a virtude da aprendizagem. O que me leva a uma reflexão. Ao longo deste ano que agora termina, o tanto que parecia ser e não foi. Mais que isso: não é.

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