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Marcelo agradece aos portugueses e promete presidência de proximidade

O Presidente da República eleito, Marcelo Rebelo de Sousa, enviou esta terça-feira uma nota de agradecimento aos portugueses na qual promete uma presidência de proximidade, e defendeu que o povo ordenou a "abertura de um ciclo de renovação da esperança".

Lusa

Num e-mail que Marcelo Rebelo de Sousa assina com um "abraço amigo", o Presidente da República eleito nas presidenciais do domingo começa com um "Obrigado Portugal", agradecendo "a todos aqueles que, seja em quem for que tenham depositado o seu voto, participaram deste ato eleitoral" porque "o voto é a expressão da democracia".

"Agradeço a confiança que o povo de Portugal depositou em mim ao votar para me eleger Presidente da República. O povo é quem mais ordena, e desta vez o povo ordenou e acreditou na abertura de um ciclo de renovação da esperança e de proximidade. Ciclo esse que é da maior importância, ao prepararmos o país para a saída da crise", sublinhou.

Marcelo Rebelo de Sousa deixa ainda uma promessa: "Darei tudo, darei o meu melhor por Portugal. Portugal merece o meu melhor, e o melhor de todos nós".

O Presidente da República eleito recordou as prioridades que definiu no discurso da vitória de domingo à noite, que serão "restabelecer equilíbrios sociais, fazer pontes para unir um país fragmentado, sarar as feridas causadas pelos tempos difíceis que atravessámos, e melhorar a qualidade de vida dos mais desfavorecidos".

"Todas as portuguesas e todos os portugueses contam, e contarão sempre, com o meu afeto. Afeto para os ouvir, para os entender, para os ajudar a encontrar soluções", vincou.

Marcelo garante assim que está e estará "sempre próximo de todos", pois como afirmou ao longo da campanha, vai exercer uma presidência "de proximidade e de afeto".

"Proximidade não apenas geográfica, mas espiritual", concretizou.´

Marcelo Rebelo de Sousa foi no domingo eleito Presidente da República com 52% dos votos, uma percentagem acima dos 50,5% conseguidos na primeira eleição pelo seu antecessor, Cavaco Silva, em 2006.

O ex-líder do PSD e comentador político tornou-se no quinto Presidente da República portuguesa desde o 25 de Abril de 1974, numas eleições em que se registou uma abstenção de 51%.

Segundo os dados do Ministério de Administração Interna, Marcelo obteve 52%, seguindo-se Sampaio da Nóvoa (22,89%), independente apoiado por personalidades do PS, Marisa Matias (10,13%), apoiada pelo BE, Maria de Belém (4,24%), militante do PS, Edgar Silva (3,95%), apoiado pelo PCP, Vitorino Silva (3,28%), Paulo de Morais (2,15%), Henrique Neto (0,84%), Jorge Sequeira (0,3%) e Cândido Ferreira (0,23%).

Lusa

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