sicnot

Perfil

Regresso às aulas

Regresso às aulas

Regresso às aulas

22 mil professores não conseguem contrato

Cerca de 22.000 professores que concorreram a um contrato nas escolas da rede pública ficaram sem colocação, de acordo com os dados dos concursos hoje divulgados pelo Ministério da Educação. O Governo vai contratar 3.782 professores para o ano letivo que está quase a começar, mais 526 com horário anual do que no ano passado. Mas ficam ainda 2.132 horários por resolver.

Em 25.296 candidatos a contratação inicial, foram colocados 2.833 professores em vagas consideradas necessidades transitórias das escolas. Houve ainda 1.434 candidatos a renovação do contrato, dos quais 949 conseguiram manter o vínculo.No âmbito das chamadas necessidades transitórias das escolas foram, assim, colocados 3.782 docentes a contrato, segundo os resultados hoje apresentados.

A partir de hoje, os professores contratados têm até à próxima terça-feira para aceitarem o horário em que ficaram colocados e até quarta-feira para se apresentarem na respetiva escola. As aulas começam a partir do dia 15.

Em comparação com o ano passado, as listas das colocações foram divulgadas 15 dias mais cedo e faltam preencher menos horários.

2.132 horários por resolver

Por se tratar de ano de concurso interno e externo, todos os professores dos Quadros de Zona Pedagógica (QZP) tiveram de concorrer, o que se refletiu num número mais elevado de horários pedidos pelas escolas, aumento que o ministério atribui também à diversificação das ofertas educativas.

No total, os diretores escolares pediram o preenchimento de 17.850 horários, ficando agora resolvida a situação de 15.718 horários.

Os restantes, segundo o ministério, serão quase todos absorvidos pelos procedimentos concursais que se seguem, nomeadamente a Bolsa de Contratação de Escola (BCE), destinada às escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária), havendo ainda duas reservas de recrutamento para situações que surgem no início do ano letivo, resultantes da substituição de docentes por doença ou maternidade.

Mais de 11 mil colocados na mobilidade interna

Do total de 13.130 docentes de carreira que entraram no concurso da mobilidade interna, foram colocados 11.936.

"Prevê-se que o número de docentes de carreira que ficou por colocar (373 de Quadros de Agrupamento/Escola sem componente letiva e 821 de QZP) venha a reduzir significativamente ao longo das próximas semanas", afirma o ministério em comunicado.

As listas definitivas relativas aos concursos da mobilidade interna e da contratação inicial de professores, destinada a colmatar necessidades temporárias nas escolas, são disponibilizadas hoje na página de internet da Direção Geral da Administração Escolar (DGAE).

A contratação inicial produz efeitos a 1 de setembro, especifica o ministério, indicando que após os referidos procedimentos se encontram reunidas as condições para o início do ano letivo, em setembro.

Com Lusa

  • Primeiro-ministro hoje na cidade da Praia 

    País

    O primeiro-ministro, António Costa, está hoje em Cabo Verde para a a IV cimeira bilateral entre Portugal e aquele país africano, aproveitando a passagem pela cidade da Praia para inaugurar a escola portuguesa.

  • Deputados britânicos debatem hoje petição que desvaloriza visita de Donald Trump

    Mundo

    Os deputados britânicos debatem hoje uma petição que reclama que a futura visita de Estado do Presidente norte-americano, Donald Trump, seja reduzida a uma visita oficial, enquanto dezenas de milhares de pessoas se manifestam sobre o mesmo assunto. Dezenas de milhares de pessoas são esperadas hoje nas ruas de várias cidades do Reino Unido, em protestos organizados para coincidir com a discussão no parlamento (na Câmara dos Comuns) de uma petição 'online' que já tem quase dois milhões de subscritores.

  • Portugal sem resposta de Moçambique sobre português desaparecido em Maputo
    1:25

    País

    Portugal tem tentado, sem sucesso, obter respostas das autoridades moçambicanas sobre o rapto de um empresário português há sete meses. De acordo com a notícia avançada este domingo pelo jornal Público, uma carta enviada há duas semanas pelo Presidente da República ao homólogo moçambicano não teve resposta. O Governo de Moçambique tem ignorado pedidos de informação das autoridades portuguesas.

  • Matteo Renzi demite-se da liderança do Partido Democrático

    Mundo

    O antigo primeiro-ministro italiano Matteo Renzi demitiu-se hoje da liderança do Partido Democrata (PD), uma decisão que faz parte de uma estratégia para retomar o controlo da formação de centro-esquerda, onde uma minoria mais à esquerda ameaça cindir-se.