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Regresso às aulas

Manuais escolares chegam a custar mais do que obras de investigação

Manuais escolares chegam a custar mais do que obras de investigação

Em tempo de regresso às aulas, os pais fazem contas à vida perante as várias despesas escolares. Os manuais estão cada vez mais caros e há livros adotados que custam mais do que obras clássicas ou de investigação.

  • Manuais escolares aumentaram 10,4 % desde o ano letivo de 2012-2013
    2:20

    Regresso às aulas

    Os livros escolares aumentaram mais de 10 % desde o ano lectivo de 2012-2013. Nos últimos 4 anos, as familias com filhos na escola pagaram mais 22 milhões de euros na compra de manuais escolares. O Ministério da Educação já disse que o acordo que determinou o aumento dos livros escolares, e que não tinha como referência o aumento da inflação, vai ser revisto em 2016.

  • Movimento de Reutilização de Livros Escolares
    6:50

    Edição da Manhã

    No ano em que o governo e os livreiros assinaram um acordo em que o preço dos livros deixa de estar indexado à inflação, os manuais escolares ficam novamente mais caros. Um aumento que para algumas famílias é insustentável. Pedro Martins é membro do Movimento de Reutilização de Livros Escolares, um movimento de cidadãos que promove a criação e divulgação de bancos de recolha e partilha gratuita de livros escolares em todo o País.

  • Benefícios fiscais trouxeram a Portugal 10 mil estrangeiros em 2015

    Economia

    Os benefícios fiscais em Portugal atraíram mais de 10 mil estrangeiros no ano passado. A maioria vem com o estatuto de residente não habitual, que dá isenção total de IRS aos reformados por dez anos e 20% de isenção no imposto para profissionais que estiverem ligados a atividades de valor acrescentado como Psicologia, Investigação ou Medicina.

  • Trump e os jornalistas: uma relação (su)rreal
    2:08
  • Novo campo de refugiados construído em Mossul

    Mundo

    Um novo campo de refugiados foi construído em Mossul, no Iraque. Com cerca de 4 mil tendas, foi construído durante 45 dias para albergar os deslocados que se prevê que aumentem com a atual ofensiva militar na zona ocidental da cidade.