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Rio 2016

Usain Bolt diz que "quem fizer batota tem que ser castigado"

© Reuters Staff / Reuters

O jamaicano Usain Bolt considerou hoje que a mensagem positiva a reter da decisão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), de afastar o atletismo russo do Rio 2016 por incumprimento das regras antidopagem, é a de que "quem fizer batota será perseguido".

Usain Bolt, velocista por seis vezes campeão olímpico e que corre o risco de perder uma das suas medalhas de ouro na estafeta por controlo positivo a um dos elementos da equipa (Nesta Carter), nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, escusou-se, no entanto, a comentar a situação especifica da Rússia.

"Estou triste, mas existem regras. Agora se me perguntam se acho que os atletas russos deviam ser proibidos já não tenho comentários a fazer. As regras são regras e há entidades para as fazer cumprir, pelo que não tenho nada a comentar", referiu o velocista jamaicano, de 29 anos.

Sem se referir especificamente à situação que envolve o atletismo russo, o multicampeão olímpico Usain Bolt disse ainda que, em sua opinião, "se houver provas de que os atletas estão a tomar substâncias proibidas, estes tem que ser punidos", pois "quem fizer batota tem que ser castigado e essa é a mensagem certa".

Questionado sobre a eventualidade de vir a perder uma das medalhas de ouro dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, por controlo positivo de um dos elementos da estafeta, Usain Bolt considera que tal pode vir a ser "dececionante", mas que os atletas sabem que "há regras e que as regras são para se cumprir".

O Tribunal Arbitral dos Desportos (TAS), em comunicado difundido hoje, confirmou "a validade da decisão da IAAF de aplicar as regras (...), segundo as quais os atletas de uma federação que esteja suspensa pela IAAF são inelegíveis para competições organizados sob as regras da IAAF".

A federação russa e 68 atletas tinham recorrido da decisão da IAAF de suspender o atletismo russo de todas as provas, incluindo os Jogos Olímpicos, na sequência de um relatório independente da Agência Mundial Antidopagem (AMA), que revelou um sistema de dopagem apoiado pelo governo.

Os 67 atletas russos, cuja defesa foi feita pela saltadora Yelena Isinbayeva, tinham também recorrido para o TAS da decisão da IAAF de impedir que participassem no Rio 2016 como independentes.


Lusa

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