sicnot

Perfil

Rio 2016

Austrália recusa-se a ocupar aldeia olímpica

A aldeia olímpica do Rio de Janeiro abriu as portas e a delegação australiana já denunciou "vários problemas, como gás, eletricidade e canalização", recusando-se a ocupar os seus alojamentos.

"Devíamos ter ido para a aldeia a 21 de julho [na quinta-feira] mas temos ficado em hotéis nas redondezas, porque a aldeia, simplesmente, não está segura ou pronta", frisou a Chefe de Missão australiana.

Kitty Chiller justificou a decisão em comunicado, descrevendo a existência de "casas de banho trancadas", de "canos rotos" ou "água a escorrer do teto e a empoçar".

A responsável australiana prosseguiu com queixas, tais como sujidade, mas também "água a escorrer pelas paredes, curto-circuitos elétricos e um forte odor a gás", acrescentando que as delegações britânica e neozelandesa, entre outras, tiveram os mesmos problemas.

A presidente da aldeia olímpica, a antiga basquetebolista brasileira Janeth, admitiu que as instalações não estão a 100%, mas confia que tudo esteja "resolvido" nos próximos dias.

"As reclamações são normais, nos primeiros dias em que chegas encontras sempre problemas. Isso acontece em todas as grandes obras, até as que fazemos em casa", afirmou a medalha de prata em Atlanta96 e bronze em Sydney2000.

Após estas denúncias, o comité organizador contratou 500 pessoas para resolver rapidamente estes problemas.

A menos de duas semanas da cerimónia de abertura, marcada para 05 de agosto, no Estádio do Maracanã, as instalações da aldeia olímpica devem começar a receber gradualmente mais de 10.000 atletas de um total de 207 delegações, entre as quais a inédita de refugiados.

No total, são esperadas 18.000 pessoas na aldeia, apoiadas por cerca de 13.000 funcionários e voluntários.

Também hoje, as forças armadas brasileiras iniciaram o patrulhamento das ruas do Rio de Janeiro, a fim de reforçar a segurança para os Jogos, que vão decorrer entre 05 e 21 de agosto.

Lusa

  • Vidas de fogo
    12:04

    Reportagem Especial

    Este ano durante o período mais crítico dos fogos, estão no terreno quase dez mil operacionais, a maioria bombeiros voluntários. A Reportagem Especial da SIC deste domingo "Vidas de fogo" dá a conhecer histórias de bombeiros que sobreviveram às chamas enquanto serviam o país.

  • Portugal "precisa avançar no trabalho" para reduzir crédito malparado
    1:36

    Economia

    Bruxelas recomenda e insiste que o Governo português avance no trabalho para resolver o crédito malparado. Em entrevista à SIC e ao Expresso, o vice-Presidente da Comissão para o Euro e Estabilidade Financeira, Valdis Dombrovskis, adianta que Bruxelas está também a preparar um Plano de Ação ao nível europeu.

    Entrevista SIC/Expresso

  • Líder do Daesh abatido durante fuga

    Daesh

    Um líder do Daesh e o assistente foram abatidos pela polícia iraquiana, em Mossul. A notícia é avançada pela agência EFE que esclarece que os dois homens terão sido mortos enquanto fugiam do Oeste para Este da cidade iraquiana através do rio Tigre.