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Rio 2016

Atletas olímpicos do triplo salto partiram para o Rio de Janeiro

Atletas olímpicos do triplo salto partiram para o Rio de Janeiro

Nelson Évora, Patrícia Mamona e Susana Costa partiram hoje, para o Rio de Janeiro. Os três atletas nacionais do triplo salto vão representar Portugal nos Jogos Olímpicos.

  • Atletas partem confiantes para os Jogos Olímpicos
    1:12

    Desporto

    Nelson Évora, Patrícia Mamona, e Susana costa partiram esta manhã para o Rio de Janeiro. Os três atletas nacionais do triplo salto, que vão representar Portugal nos Jogos Olímpicos, mostraram-se confiantes antes da partida para o Brasil.

  • "É sempre um sonho ir aos Jogos Olímpicos"
    10:15

    Rio 2016

    Nelson Évora esteve no Jornal da Noite da SIC, onde admitiu que o estatuto de único campeão português olímpico em atividade não lhe pesa. O atleta português do triplo salto falou sobre os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro e defendeu que é "sempre um sonho" ir às olimpíadas. Nelson Évora diz que a receita para o sucesso é sentir-se bem, estar em boa forma e abstrair-se das pressões, como a conquista de medalhas. Para ele, a pressão das recentes conquistas é boa. O atleta de 32 anos explicou o que aconteceu em Amesterdão: "a tempestade perfeita". Admitiu ainda que a participação nos Jogos Olímpicos pode ser a última em que vai com a "perspetiva de ganhar uma medalha".

  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.