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Rio 2016

Lochte falha Mundial de 2017 por mentira sobre assalto no Rio de Janeiro

© David Gray / Reuters

O norte-americano Ryan Lochte, envolvido num rocambolesco caso de alegadas agressões nos Jogos Olímpicos Rio2016, vai ser suspenso por 10 meses, confirmou esta quinta-feira o Comité Olímpico dos Estados Unidos (USOC) e a federação de natação do seu país.

A suspensão terá fim apenas a 30 de junho de 2017, o que impede que o multimedalhado olímpico vá aos campeonatos nacionais dos Estados Unidos, perdendo assim a hipótese de seleção para os Mundiais de Budapeste2017.

Lochte inventou ter sido vítima de assalto no Rio de Janeiro, juntamente com três companheiros de equipa. Segundo o portal TMZ.com, que avançou a notícia, as sanções para James Feigen, Gunnar Bentz e Jack Conger não vão exceder os quatro meses fora das piscinas.

Ao regressarem de uma festa a 14 de agosto, danificaram um posto de abastecimento de combustível e envolveram-se numa confusão com os seguranças do espaço. Após o incidente, os nadadores informaram a polícia de que tinham sido vítimas de um assalto, mas, mais tarde, as autoridades desmontaram essa versão na sequência de investigações.

Ryan Lochte, que soma 12 medalhas olímpicas, pediu desculpas por ter "exagerado algumas partes da história", disse que se esqueceu de "alguns detalhes" e assumiu que ainda estava embriagado quando revelou o incidente. Depois do ocorrido, Ryan Lochte voltou aos Estados Unidos, enquanto Gunnar Bentz, Jack Conger e Jimmy Feigen permaneceram no Brasil.

No Rio2016, Lochte ganhou uma medalha de ouro nos 4x200 metros livre e ficou em quinto lugar nos 200 metros estilos.

Lusa

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