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Sismo no Nepal

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Nepal pede para não serem enviadas mais equipas de socorro

O Nepal pediu às equipas de socorro estrangeiras para não viajarem para o país, por já estar presente um número suficiente de socorristas, declarou hoje um responsável das Nações Unidas. 

© Danish Siddiqui / Reuters

O coordenador residente da ONU para o Nepal, Jamie McGoldrick, indicou que o Governo estimava já estarem peritos estrangeiros suficientes em Katmandu e arredores, na região devastada pelo sismo de sábado. 

"Eles estimam terem meios suficientes para responder às necessidades imediatas de busca e socorro", disse. 

"Aqueles que já estiverem a caminho podem vir, mas é pedido aos restantes que não venham", frisou. 

O aeroporto de Katmandu, com uma só pista, tem dificuldades na resposta ao elevado número de voos de transporte de ajuda e pessoal oriundos do estrangeiro. 

Um avião com ajuda humanitária enviado na segunda-feira pela França continua hoje em trânsito em Abu Dhabi, sem autorização para aterrar em Katmandu. 

De acordo com McGoldrick, a maioria das equipas estrangeiras de socorro continuam na capital nepalesa. 

"Há uma janela de sete a nove dias, no máximo, para salvar pessoas. Estamos no quarto dia", acrescentou, considerando que as operações entrariam numa outra etapa até sábado. 

O sismo, de magnitude 7,8 na escala de Richter, causou 5.057 mortos, 10.915 feridos e mais de 450 mil deslocados internos, de acordo com o último balanço do Ministério do Interior nepalês. 

O terramoto de sábado foi o de maior magnitude registado no Nepal nas últimas oito décadas. 



Lusa
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