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Joaquim Barroca paga 400 mil euros para deixar prisão domiciliária

Joaquim Barróca, um dos donos do Grupo Lena e alegado corruptor de José Sócrates, terá de pagar uma caução de 400 mil euros para deixar de estar em prisão domiciliária.

Joaquim Barroca é suspeito de ter feito depósitos em contas "offshore", que o Ministério Público acredita terem tido como último destinatário José Sócrates. (Arquivo)

Joaquim Barroca é suspeito de ter feito depósitos em contas "offshore", que o Ministério Público acredita terem tido como último destinatário José Sócrates. (Arquivo)

Assim que pagar a caução, o empresário ficará proibido de se ausentar do país e de contactar os outros arguidos do processo.

A alteração da medida de coação foi decidida hoje pelo juiz Carlos Alexandre. por proposta do Ministério Público.

Joaquim Barroca é suspeito de ter feito depósitos em contas "offshore", que o Ministério Público acredita terem tido como último destinatário o antigo primeiro-ministro, como contrapartida por alegados atos de favorecimento à empresa de construção.

Entretanto, José Sócrates completa amanhã oito meses em prisão preventiva. Em junho, o antigo governante recusou ir para casa com pulseira electrónica.

  • Advogados negam envolvimento de Sócrates em corrupção no Grupo Lena
    1:40

    Operação Marquês

    Perante a detenção de Joaquim Barroca Rodrigues, no âmbito da Operação Marquês, os advogados de José Sócrates vieram esta sexta-feira reafirmar que o antigo primeiro-ministro não está envolvido em atos de corrupção no Grupo Lena. Em conferência de imprensa, João Araújo acusou o Ministério Público de querer manter um espetáculo encenado para justificar a prisão preventiva de Sócrates.