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Operação Marquês

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José Sócrates em prisão domiciliária sem pulseira eletrónica

O ex-primeiro-ministro José Sócrates chegou a casa, pelas 21:00, numa rua de Lisboa, perto da Alameda Afonso Henriques. Chegou numa carrinha azul escura, vestido de 't-shirt' cinzenta, calças de ganga e ténis. Sócrates vai passar a regime de prisão domiciliária, sem vigilância eletrónica.

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Alguns populares no local aplaudiram a chegada de Sócrates.

O advogado de José Sócrates, João Araújo, acompanhava o ex-líder do PS mas não quis prestar declarações.

"Obrigação de permanência na habitação (sem sujeição a vigilância electrónica)"

De acordo com a nota publicada pela PGR, "o Tribunal Central de Instrução Criminal determinou que o arguido fique sujeito à obrigação de permanência na habitação (sem sujeição a vigilância electrónica), bem como à proibição de contactos, designadamente com outros arguidos no processo."

A mesma fonte refere que o "Ministério Público promoveu a alteração da medida de coação, por considerar que, face à prova reunida desde a última reapreciação, se mostra reforçada a consolidação dos indícios, o que diminui o perigo de perturbação do inquérito."

O último dos nove arguidos a sair

José Sócrates era o único dos nove arguidos da Operação Marquês em prisão preventiva.

Sócrates está indiciado por corrupção passiva, fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais.

O ex-primeiro-ministro foi detido a 21 de novembro, no aeroporto de Lisboa.

Defesa vai recorrer da prisão domiciliária

O advogado de José Sócrates considerou "insuficiente" a alteração de prisão preventiva para prisão domiciliária da medida de coação imposta ao ex-primeiro-ministro e avançou à agência Lusa que vai recorrer da decisão. "Esta decisão é insuficiente e será intentado recurso", referiu João Araújo.

Costa convicto de que processo não influenciará eleições

O secretário-geral do PS manifestou-se convicto de que a alteração da medida de coação aplicada ao ex-primeiro-ministro socialista José Sócrates não irá influenciar o resultado das eleições legislativas de 4 de outubro.

"São dois processos que correrão em paralelo. As pessoas determinarão o seu sentido de voto, assim como a justiça determinará a sua função e o eng. José Sócrates determinará a sua defesa", sustentou António Costa, em declarações à SIC Notícias, em Braga.

Passos Coelho recusou comentar

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, recusou-se a fazer qualquer comentário sobre a alteração da medida de coação aplicada ao seu antecessor, José Sócrates, que passou a estar em prisão domiciliária.

"Foi sempre assim: não é hoje que vou abrir uma exceção. Não faço nenhum comentário", disse Pedro Passos Coelho após a assinatura de um acordo de colaboração entre o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

Jerónimo defende separação de poderes e não aproveitamento político

O secretário-geral do PCP defendeu hoje o princípio da separação de poderes, ao comentar os desenvolvimentos do processo judicial do ex-primeiro-ministro socialista José Sócrates, e garantiu que o partido não vai fazer aproveitamento político do caso. O líder comunista desejou o "apuramento da verdade para bem de todos, com eficácia" e "sem misturar coisas que não são misturáveis".

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