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Operação Marquês

João Araújo diz que não há provas contra Sócrates

João Araújo diz que não há provas contra Sócrates

O advogado de José Sócrates diz que a alteração na medida de coação não é uma vitória, porque ainda há um longo caminho a percorrer, mas considera que já representa uma pesada derrota para o Ministério Público.João Araújo sublinha que a justiça não tem provas, que não há crime e que não poderá sequer haver acusação e fala num processo patético que pode acabar arquivado.

  • Advogado de José Sócrates no Jornal da Noite

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    O advogado de José Sócrates, João Araújo, vai estar em direto no Jornal da Noite. O ex-primeiro-ministro foi libertado ontem à noite e encontra-se em prisão domiciliária sem pulseira eletrónica. João Araújo e Pedro Delille vão recorrer da medida de coação, reiterando a completa inocência de José Sócrates.

  • José Sócrates passa 1ª noite em casa depois de 288 dias na prisão
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    País

    A defesa de José Sócrates vai recorrer da decisão do juiz Carlos Alexandre por considerar "excessiva" a alteração da medida de coação aplicada ao antigo primeiro-ministro. Sócartes deixou o estabelecimento prisional de Évora, ontem ao fim do dia, e encontra-se, agora, em prisão domiciliária, sem pulseira eletrónica. O Ministério Público justificou a alteração com a diminuição do perigo de perturbação do inquérito. José Sócrates passou a primeira noite em casa depois de 288 dias na cadeia de Évora.

  • Mação volta a enfrentar dias de pânico
    3:33
  • Fogo obrigou à evacuação de 6 aldeias do concelho do Sardoal
    1:56

    País

    O incêndio que chegou ao Sardoal obrigou à evacuação de seis aldeias. As pessoas foram encaminhadas para as instalações da Santa Casa da Misericórdia e vão regressando ao longo do dia de hoje. A A23 foi reaberta de madrugada, depois de ter estado várias horas cortada nos dois sentidos .

  • Detida no Brasil portuguesa acusada de várias burlas nos últimos 20 anos
    3:04

    Mundo

    A Polícia do Rio de Janeiro deteve uma portuguesa acusada de várias burlas nos últimos 20 anos. Ana Resende fazia-se passar por funcionária do consulado e prometia vistos e outros documentos para tirar dinheiro das vítimas. Esta é a terceira vez que a polícia brasileira detém a portuguesa por acusações de burla.