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José Sócrates já pode sair do país sem autorização judicial

O ex-primeiro ministro José Sócrates viu retirada a medida de coação que o impedia de sair do país sem autorização judicial, disse hoje à agência Lusa um dos seus advogados, João Araújo.

São 12 os arguidos da Operação Marquês. Um deles, o antigo primeiro-ministro José Sócrates, esteve preso preventivamente em Évora durante 9 meses.

São 12 os arguidos da Operação Marquês. Um deles, o antigo primeiro-ministro José Sócrates, esteve preso preventivamente em Évora durante 9 meses.

Pedro Nunes / Lusa

"A proibição de sair do país foi levantada a semana passada", afirmou João Araújo, contactado por telefone pela Lusa.

José Sócrates é um dos 12 arguidos da Operação Marquês, tendo sido detido a 21 de novembro de 2014, no aeroporto de Lisboa, indiciado pelos crimes de fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais e corrupção passiva para ato ilícito.

José Sócrates esteve preso preventivamente mais de nove meses, tendo esta medida de coação sido alterada para prisão domiciliária, com vigilância policial, a 04 de setembro de 2015.

Desde outubro que está em liberdade, mas estava proibido de se ausentar de Portugal sem autorização judicial, de contactar com outros arguidos do processo e com Termo de Identidade e Residência (TIR), medida de coação que é comum a qualquer arguido.

Segundo João Araújo, continuam em vigor as outras medidas de coação, nomeadamente proibição de contactar com arguidos do processo e TIR.

"O que aborrece não é que se mantenham as outras medidas de coação. O que é insuportável é que ainda se mantenha o inquérito", afirmou à Lusa João Araújo.

A semana passada, o Ministério Público fixou 15 de setembro como prazo limite para que o Ministério Público conclua o inquérito da Operação Marquês.

O Diário de Notícias adianta hoje que também a Carlos Santos Silva, amigo de longa data do antigo primeiro-ministro e um dos principais arguidos no processo, foi suspensa a proibição de se ausentar do país sem autorização e de comunicar com colaboradores das suas empresas , permitindo que o empresário regresse à gestão das mesmas.

Lusa

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