sicnot

Perfil

Operação Marquês

Operação Marquês

Operação Marquês

Tribunal da Relação nega recurso a Carlos Santos Silva

Carlos Santos Silva, amigo do ex-governante, está indiciado por branqueamento de capitais, fraude fiscal e corrupção e, tal como José Sócrates, está preso há seis meses. (Arquivo)

DR

O Tribunal da Relação de Lisboa rejeitou esta quarta-feira um recurso apresentado por Carlos Santos Silva, arguido na Operação Marquês, sobre a apreensão de várias contas bancárias.

Segundo uma nota do TRL, enviada à Lusa, os juízes desembargadores decidiram "não dar provimento ao recurso de uma decisão judicial de primeira instância, do Tribunal Central de Instrução Criminal" que tinha decidido apreender "um conjunto de saldos bancários na titularidade" de Carlos Santos Silva, indiciado na 'operação marquês' por fraude fiscal qualificada, corrupção e branqueamento de capitais.

No acórdão foram conhecidos os fundamentos do recurso - ligados com os requisitos, pressupostos e procedimentos da respetiva apreensão - e todos eles "julgados improcedentes".

Em setembro, o TRL já tinha decidido "não tomar conhecimento" de um recurso do empresário contra o congelamento das suas bancárias no Novo Banco, Barclays, BPI e Deutsche Bank e ainda no BES Investimentos.

Carlos Santos Silva havia pedido, nesse recurso, a revogação da "medida de suspensão de movimentos de débito nas suas contas bancárias" em vários bancos.

A Operação Marquês conta com 20 arguidos, 15 pessoas singulares e 5 coletivas, incluindo o antigo primeiro-ministro José Sócrates, o ex-ministro socialista Armando Vara, o ex-presidente do BES Ricardo Salgado, entre outros.

Dois anos após o início da investigação, que a 20 de novembro de 2014 fez as primeiras detenções, a investigação do Ministério Público tem previsto estar concluída a 17 de março.

Lusa

  • Advogados de Sócrates queixam-se de bullying processual e mediático
    2:13

    Operação Marquês

    Os advogados de José Sócrates queixam-se de bullying processual e mediático e garantem que o antigo primeiro-ministro nunca favoreceu Ricardo Salgado ou o Grupo Espirito Santo. Segundo o Expresso, o presidente da Escom, Helder Bataglia, terá admitido que Ricardo Salgado utilizou uma conta bancária do empresário, na Suíça, para passar 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva, alegadamente para o amigo José Sócrates.

  • Quatro novos arguidos na Operação Marquês
    1:29

    Operação Marquês

    Há quatro novos arguidos na Operação Marquês. São todas empresas e três delas estão ligadas ao Grupo Lena. A outra é uma sociedade de Carlos Santos Silva, o amigo de José Sócrates. Recentemente, o juiz Carlos Alexandre ordenou a apreensão de quase 18 milhões de euros das contas do amigo de Sócrates. As empresas XLM, LEC SGPS, Lena Engenharia e Construções e Rentlei já são arguidas no processo. O Grupo Lena garante, no entanto, nada ter feito de ilegal, irregular ou eticamente condenável.

  • Enfermeiros especialistas em saúde materna retomam protesto 

    País

    Os enfermeiros especialistas em saúde materna e obstetrícia voltam quinta-feira de manhã a interromper as funções especializadas, o que pode afetar blocos de parto e maternidades. Queixam-se de "falta de resposta política adequada" e "ausência de acordos sérios".

  • Cristas vaiada em bairro de Chelas
    1:44

    Autárquicas 2017

    Assunção Cristas promete mudanças na Gebalis, a empresa municipal que gere os bairros sociais em Lisboa. Esta manhã, a candidata do CDS à câmara visitou um bairro de Chelas, onde foi vaiada por alguns populares.

  • Prestação da casa aumenta pela primeira vez desde 2014
    1:17

    Economia

    Pela primeira vez em três anos, as taxas de juro do crédito à habitação, estão a subir. A subida é de apenas 1 euro, mas é a primeira desde 2014, depois de em maio deste ano ter estabilizado e em junho ter descido. A justificação para este aumento é a evolução das taxas euribor.

  • "Em vez de ajudarem, estavam a tirar fotos dela a morrer"
    1:13