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Operação Marquês

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Diogo Gaspar Ferreira esteve menos de uma hora no DCIAP

O diretor executivo do empreendimento turístico Vale de Lobo, Diogo Gaspar Ferreira, arguido na Operação Marquês, esteve menos de uma hora a ser interrogado no Departamento Central de Investigação e Ação Penal e saiu sem prestar declarações aos jornalistas.

Diogo Gaspar Ferreira está indiciado de branqueamento de capitais e fraude fiscal, num processo cujo principal arguido é o ex-primeiro-ministro José Sócrates.

Durante a manhã foi ouvida no DCIAP a ex-mulher de Sócrates, tendo o seu advogado dito que a arguida não foi confrontada com "dados novos". Sofia Fava está indiciada por fraude fiscal e branqueamento de capitais.

José Sócrates está indiciado por corrupção, fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais, num processo que investiga crimes económico-financeiros e que tem 25 arguidos: 19 pessoas e seis empresas, quatro das quais do Grupo Lena.

Entre os arguidos estão Armando Vara, ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos e antigo ministro socialista, Carlos Santos Silva, empresário e amigo do ex-primeiro-ministro, Joaquim Barroca, empresário do grupo Lena, João Perna, antigo motorista de Sócrates, Paulo Lalanda de Castro, do grupo Octapharma, Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, ex-administradores da PT, o advogado Gonçalo Trindade Ferreira e os empresários Diogo Gaspar Ferreira e Rui Mão de Ferro e o empresário luso-angolano Hélder Bataglia.

Lusa

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