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Tragédia em Pedrógão Grande

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Fundação Gulbenkian com cerca de 3,6 milhões em donativos

Armando Franca

A Fundação Calouste Gulbenkian tem cerca de 3,6 milhões de euros em donativos para apoiar as vítimas do incêndio de Pedrógão Grande, acrescentando que este fundo vai servir essencialmente para a reconstrução de primeiras habitações.

"Além dos 500 mil euros doados pela Fundação [Calouste Gulbenkian], juntam-se mais 500 mil euros doados pela Altri e pela Navigator e o valor da Conta Solidária da Caixa Geral de Depósitos, cerca de 2,6 milhões de euros", refere a Gulbenkian, em resposta escrita enviada esta quarta-feira à agência Lusa.

"Este é o Fundo de que dispomos e dos quais faremos a monitorização e auditaremos externamente quando o dinheiro começar a ser aplicado", acrescenta a Fundação.

Na terça-feira, a secretária de Estado da Segurança Social reiterou que o Governo apenas gere o Fundo Revita [criado para gerir os donativos para apoiar as vítimas do incêndio de Pedrógão Grande], que tem termos de adesão assinados de quase cinco milhões de euros, dos quais recebeu até esta quarta-feira pouco mais de dois milhões de euros.

Cláudia Joaquim explicou, na ocasião, que o ministério tem atuado em articulação com a Cáritas Diocesana de Coimbra, com a União das Misericórdias Portuguesas e com a Fundação Calouste Gulbenkian, que agregaram e gerem outros donativos privados.

"O Fundo vai intervir essencialmente ao nível da reconstrução total ou parcial de primeiras habitações, mas também ao nível do reforço de capacidade de resposta dos centros de saúde locais, sobretudo no que se refere às equipas móveis de apoio domiciliário", sublinha a Fundação Calouste Gulbenkian.

Neste momento, segundo a Gulbenkian, "já há habitações que estão a ser reconstruídas parcialmente e outras que começam a ter projetos para a reconstrução total".

A Fundação Gulbenkian sublinha que está também previsto o apoio a instituições locais sem fins lucrativos.

O incêndio que começou em junho em Pedrógão Grande provocou 64 mortos e mais de 200 feridos, sendo apenas extinto uma semana depois. Alastrou a Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Pampilhosa da Serra, Penela e Sertã.

Lusa

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