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CDS defende que instituições não vivem os "melhores dias"

MANUEL DE ALMEIDA

O CDS-PP defendeu esta quarta-feira que o processo do chumbo da TSU revelou que as instituições não vivem os "melhores dias" e que "pela primeira vez" as forças que apoiam um Governo lhe retiram condições de cumprir a palavra.

"Se tudo isto é banal, uma maioria que se desfaz a cada dificuldade, um primeiro-ministro que mente no exercício de funções, um Governo que falta à palavra, se tudo isto ocorre pacificamente, o país e as suas instituições não estão, não podem estar, a viver os seus melhores dias", acusou o deputado Filipe Anacoreta Correia.

Numa intervenção no debate que culminou com o chumbo da descida da Taxa Social Única (TSU) paga pelos empregadores, conforme acordado em concertação social, como medida de compensação pelo aumento do salário mínimo nacional, o CDS reiterou que "o contexto em que ocorre esta votação é da exclusiva responsabilidade do Governo".

Filipe Anacoreta argumentou que este é "um Governo que tem o apoio de quem lhe retira condições de cumprir a sua palavra". "É pela primeira vez na nossa democracia que uma circunstância destas ocorre.

A geringonça continua a fazer história, infelizmente, para nós, por más razões. No CDS lamentamos esta ligeireza, esta falta de rigor, esta total ausência de sentido de Estado", declarou. Reiterando que os centristas privilegiam a concertação social e defendem um aumento de salário mínimo que seja decidido nessa sede, Filipe Anacoreta sublinhou que "o CDS é a favor de medidas que retirem custos de produção e ajudem as IPSS e a competitividade das empresas".

Filipe Anacoreta sublinhou as propostas que o CDS apresentará para compensar as empresas e as instituições sociais do chumbo da descida da TSU paga pelos empregadores. PSD, Bloco de Esquerda, PCP e PEV revogaram hoje no parlamento o decreto do Governo que previa uma descida temporária da TSU dos empregadores em 1,25 pontos percentuais como compensação pelo aumento do salário mínimo nacional para 557 euros em 2017. CDS e PAN abstiveram-se.

Lusa

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