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Crise na Ucrânia

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Merkel admite novas sanções à Rússia se acordo de paz na Ucrânia falhar

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou hoje que a União Europeia (UE) continua empenhada no diálogo com a Rússia sobre a situação na Ucrânia, mas voltou a admitir novas sanções se os acordos de paz falharem.

© Yves Herman / Reuters

"Se o Acordo de Minsk for violado de modo flagrante, as sanções são uma opção a considerar", disse hoje Angela Merkel numa conferência de imprensa conjunta em Bruxelas com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.

A chanceler alemã realçou que, na reunião de hoje na Comissão Europeia, as sanções foram abordadas mas que foi sobretudo discutido como aplicar o acordo de paz acordado em Minsk, na Bielorrússia, em fevereiro entre os líderes da Rússia, Ucrânia, Alemanha e França, acrescentando que continuam as conversações com Moscovo para travar a violência no leste da Ucrânia. 

A prestação de ajuda humanitária, a assistência à Ucrânia no seu programa de reformas e o reforço da missão da OSCE - Organização de Segurança e Cooperação na Europa para monitorizar a situação no terreno também foram falados no encontro de hoje em Bruxelas, referiu.

Esta terça-feira, Merkel falou por teleconferência com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre a Ucrânia. 

Na segunda-feira, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, tinha dito que estava esperançoso quanto ao início de um clima de mudança na Ucrânia, após um encontro em Genebra com o seu homólogo russo, Sergei Lavrov, mas não excluiu a hipótese de existirem novas sanções contra a Rússia e a economia russa.

Ainda na conferência de imprensa de hoje, tanto Merkel como Juncker reiteraram que ainda não estão reunidas as condições para uma cimeira conjunta entre a União Europeia e a Rússia.

Segundo as Nações Unidas, mais de 6.000 pessoas morreram na Ucrânia desde o início da violência em abril de 2014, em que a Rússia é acusada de apoiar os separatistas do leste ucraniano, fornecendo-lhes armas e tropas. Moscovo sempre desmentiu qualquer envolvimento no conflito.



Lusa

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