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Crise na Ucrânia

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Rússia rejeita tribunal especial da ONU sobre queda do voo MH17 na Ucrânia

O Presidente da Rússia considerou hoje que a criação de um tribunal especial nas Nações Unidas para julgar os responsáveis pelos 298 mortos do voo MH17 da Malaysia Airlines abatido sobre a Ucrânia, há um ano, seria "contraproducente".

Julho, 2014

Julho, 2014

© Sergei Karpukhin / Reuters

"Vladimir Putin explicou em pormenor a posição da Rússia sobre a iniciativa prematura e contraproducente para vários países, incluindo a Holanda, de estabelecer um tribunal para julgar os responsáveis" pela queda do avião, disse o Kremlin através de um comunicado na sequência de uma conversa telefónica entre o líder russo e o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte.

O Boeing 777 das linhas aéreas da Malásia foi abatido a 17 de julho de 2014 no leste da Ucrânia perto da linha da frente dos confrontos entre as tropas ucranianas e as forças separatistas pró-russas, com a generalidade da comunidade internacional a atribuir o ataque a membros das forças favoráveis à Rússia.

Moscovo sempre rejeitou qualquer participação no acontecido, que matou 298 pessoas, a maioria das quais cidadãos holandeses, apesar de nunca ter apontado o dedo aos militares ucranianos pró-russos.

"Antes de estabelecer um mecanismo judicial e levar à justiça os responsáveis por este crime, temos que terminar a investigação internacional, que deve ser completa e objetiva, independente e imparcial", disse Putin ao primeiro-ministro holandês, de acordo com o comunicado de imprensa citado pela agência AFP.

A Agência Federal de Aviação russa deve entregar hoje um relatório com as primeiras conclusões do inquérito à queda do avião, depois de, logo a seguir ao acidente, o Conselho de Segurança das Nações Unidas ter aprovado uma Resolução 2166, que exigia que todos os Estados cooperam plenamente para estabelecer as causas da queda do avião.

A Malásia, a Holanda e outros países têm defendido a ideia de um tribunal especial, sob os auspícios das Nações Unidas, para investigar o sucedido, mas a ideia tem sido rejeitada pela Rússia, que tem lugar permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Lusa

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