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Crise na Ucrânia

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Rússia diz-se desiludida com investigação à queda do voo MH17

A diplomacia russa manifestou-se, esta quarta-feira, "desiludida" com o relatório "parcial e politicamente motivado" que concluiu que o voo MH17 da Malaysia Airlines foi abatido por um míssil levado da Rússia para o leste da Ucrânia.

"A Rússia está desiludida com o facto de a investigação da catástrofe do Boeing não mudar. As conclusões confirmam que a investigação é parcial e politicamente motivada", afirmou a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, num comunicado.

O texto acusa a Equipa de Investigação Conjunta, uma equipa internacional liderada pela Holanda, de integrar peritos da Ucrânia, parte interessada no desastre, e de ignorar as informações prestadas pela Rússia, que acusou Kiev de abater o avião de passageiros.

Wilbert Paulissen, chefe da equipa de investigadores, apresentou hoje de manhã as conclusões da investigação, entre as quais a de que "o voo MH17 foi abatido por um míssil BUK, da série 9M83, proveniente do território da Federação Russa".

O avião de passageiros, um Boeing 777, foi abatido a 17 de julho de 2014 sobre o leste da Ucrânia, numa zona sob controlo dos separatistas pró-russos, matando todas as 198 pessoas que seguiam a bordo, entre as quais havia 196 cidadãos holandeses.

Lusa

  • Fuga de Vale de Judeus em junho de 1975 no Perdidos e Achados
    0:36

    Perdidos e Achados

    Prisão Vale de Judeus, final de tarde de domingo, dia 29 de junho de 1975. O plano da fuga terá sido desenhado por uma vintena de homens. Serrada a presiana metálica era preciso passar, para fora do edifício, as cabeceiras dos beliches onde os presos dormiam. Ao longo de cerca de uma hora 89 detidos, agentes da PIDE/DGS, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado português extinta depois da revolução de 1974, fogem do estabelecimento prisional.

    Segunda-feira no Jornal da Noite