sicnot

Perfil

Crise na Ucrânia

Crise na Ucrânia

Crise na Ucrânia

Líder dos rebeldes ucranianos morto em atentado em Donetsk

© Sergei Karpukhin / Reuters

Um comandante militar dos rebeldes ucranianos pró-Rússia morreu este domingo, na sequência de uma explosão em Donetsk. De acordo com a imprensa local, a bomba foi colocada no elevador do prédio onde Arseni Pavlov vivia.

O líder da República Popular de Donetsk já veio dizer que o atentado é uma declaração de guerra do Presidente ucraniano. Petro Porochenko "violou a trégua e declarou guerra", disse Alexander Zakhartchenko à comunicação social.

A explosão do engenho causou também a morte chefe de um segurança de Pavlov, informou um soldado com o emblema da unidade Sparta, comandada pelo dirigente militar do rebeldes pró-Rússia.

"Foi uma operação do serviço ucraniano ou um golpe dos nossos", afirmou à France Press o soldado, que pediu anonimato.

Arseni Pavlov, conhecido por "Motorola", participou nas principais batalhas contra as forças ucranianas, junto ao aeroporto de Donetsk, em Slaviansk, Ilovaisk e Debaltsevo. Segundo as autoridades locais, tinha escapado ao atentado de junho, em Donetsk.

O conflito entre separatistas e o Governo ucraniano teve inicio em 2014 e já fez mais de 9.600 vitimas mortais.

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.