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EUA pedem a mulheres grávidas que evitem viajar para 20 países devido ao vírus zika

Os Estados Unidos emitiram este sábado um alerta recomendando às mulheres grávidas que evitem viajar para a Venezuela e outros 20 países, e sugere que caso tenham que o fazer, que "tomem medidas" para evitar o vírus zika.

© Jose Cabezas / Reuters

Segundo os EUA, as grávidas devem evitar viajar também para Barbados, Bolívia, Brasil, Cabo Vede, Colômbia, El Salvador, Equador, Guadalupe, Guatemala, Guiana Francesa, Haiti, Honduras, Martinica, México, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Saint Martin, Samoa e Suriname.

A recomendação foi divulgada na página da internet dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), que explica que o vírus zika está associado "a malformações em recém nascidos".

Segundo o CDC "as mulheres que se encontrem nestes países devem tomar medidas para evitar ser picadas pelo mosquito que transmite o vírus zika, como usar camisas de manga larga, calças e aplicar repelente".

"Os mosquitos que transmitem o zika, chikungunya e dengue, são agressivos (...) e vivem tanto no interior como no exterior das habitações (...), não há uma vacina ou medicamento para o vírus zika. A melhor maneira de evitar o vírus é a prevenção contra os mosquitos", explica-se na mesma página.

Segundo a Embaixada dos EUA em Caracas, na Venezuela, os sintomas do zika "são similares aos do dengue e geralmente duram entre quatro a sete dias".

"Se desenvolve um quadro agudo de erupções que podem vir acompanhadas por febre, artrite (...), dores musculares, dor de cabeça, dor na parte posterior dos olhos, os menos caracterizados são vómitos e diarreia" explica aquela representação diplomática na sua página na internet.

A Embaixada assinala também que "não há um tratamento específico para o zika" e que o recomendável quando se é afetado é "descansar e tomar paracetemol para controlar a febre".

Por outro lado diz não ser recomendável usar aspirina e que os afetados devem ingerir líquido em abundância.

Lusa

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