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Vírus Zika

OMS suspeita mas não tem confirmação da ligação entre o vírus Zika e a malformação em bebés

OMS suspeita mas não tem confirmação da ligação entre o vírus Zika e a malformação em bebés

A Organização Mundial de Saúde está preocupada com a rápida propagação do vírus Zika. Apesar das suspeitas, a OMS não estabelece uma ligação direta entre a infeção pelo vírus e as mal-formações dos bebés.

A diretora-geral da instituição, Margaret Chan, afirmou que a OMS receia uma "associação provável da infeção com malformações congénitas e síndromas neurológicos", mas tambèm "a falta de imunidade entre a população residente nas regiões recentemente infetadas" e "a ausência de vacinas, tratamentos específicos e exames de diagnóstico rápidos".

OMS vai convocar comissão de emergência

A Organização Mundial de Saúde (OMS) vai determinar na próxima semana se o surto do vírus Zika constitui uma emergência sanitária de alcance internacional.

A epidemia de Zika está "a propagar-se de forma explosiva" no continente americano, afirmou Chan, ao anunciar a reunião da comissão de emergência para 01 de fevereiro.

"Foram registados casos em 23 países e territórios da região. O nível de alerta é extremamente elevado", acrescentou no final de reunião de informação aos Estados-membros da OMS, em Genebra. A OMS dedicou uma sessão do conselho executivo, que está a decorrer esta semana em Genebra, ao surto do vírus Zika, que afeta mais de vinte países na América Latina.

A situação mais grave é a do Brasil, onde o ministério da Saúde estima a ocorrência de entre 497.593 e 1.482.701 casos em 2015, incluindo 3.893 casos de microcefalia.

A Colômbia é o segundo país mais atingido, tendo sido confirmados 13.808 casos, incluindo em 890 grávidas, e 2.611 casos suspeitos.

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