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Avião desaparecido

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Voo MH370

Austrália duvida da hipótese de incêndio na origem do desaparecimento do MH370

As autoridades australianas manifestaram reservas sobre a possibilidade de um incêndio a bordo ter estado na origem do desaparecimento do avião da Malaysia Airlines. No início de setembro, foram localizados, ao largo de Madagáscar, destroços do aparelho que pareciam ter marcas de chamas. As dúvidas permanecem, incluindo se esses destroços são realmente do MH370.

"Não há provas de que estes destroços tenham estado expostos aos fogo ou ao calor", afirmou o ministro dos Transportes australiano, Darren Chester.

As marcas negras que são visíveis em duas peças resgatas podem ser "resultantes de uma resina translúcida que foi aplicada na superfície", refere um relatório do Ministério australiano dos Transportes.

Australia Transport Safety Bureau

Vários destroços foram localizados ao largo de Madagáscar e de países vizinhos, incluindo uma parte de uma asa do avião.

O MH370 desapareceu 40 minutos depois de descolar de Kuala Lumpur, rumo a Pequim, em março de 2014 com 239 pessoas a bordo.

Segundo as investigações, foram desligados os sistemas de comunicação e o avião foi desviado da rota para a zona sudeste do oceano Índico, onde terá caído.

Apenas parte de uma asa do Boeing 777, recuperada numa praia na Ilha da Reunião, país vizinho de Moçambique, foi definitivamente ligada ao MH370.

Buscas podem terminar no final do ano

A Austrália lidera as buscas, recorrendo ao uso de drones subaquáticos e sonares monitorizados a partir de navios especializados em buscas submarinas.

Malásia e China também têm participado nas operações de busca, mas todos os países envolvidos concordaram já que na ausência de "novas informações credíveis" a pesquisa terminará no final do ano.

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