Mundo

Franceses em manifestação para assinalar massacre de 1988 no Irão

Cerca de 150 pessoas responderam este sábado ao apelo da oposição iraniana no exílio para se manifestarem em Paris em memória das vítimas do massacre de 1988 no Irão e dos confrontos de Achraf, no Iraque, em 2003.

Os manifestantes brandiram bandeiras iranianas e retratos de Maryam Radjavi, presidente do Conselho nacional da resistência iraniana (CNRI), a oposição no exílio que tem como principal integrante os Mujaidines do Povo.



Numa mensagem lida por um participante, Maryam Radjavi apelou à comunidade internacional para "criar um tribunal especial, sob a égide da ONU, para não deixar impunes os responsáveis pelo massacre de 1988" .



Entre agosto de 1988 e fevereiro de 1989, as autoridades iranianas executaram quase 5 000 prisioneiros políticos, segundo a Amnistia Internacional. Segundo o CNRI, 30 000 pessoas foram mortas.



Os manifestantes evocaram também as vítimas dos confrontos no campo de Achraf, a 80 quilómetros de Bagdad, onde residem 3 500 opositores ao regime iraniano. Segundo o CNRI, 11 pessoas morreram nesses confrontos de julho de 2009 e centenas ficaram feridas.



(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

Lusa
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