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Manifestação de jovens resulta em feridos, detidos e agressão a jornalistas em Luanda

Reuters Angola foi o quarto mercado de Portugal, a seguir à Espanha, Alemanha e França, três países da União Europeia que absorveram quase metade das  exportações portuguesas (Reuters)

Várias pessoas ficaram feridas, outras detidas  e alguns jornalistas agredidos em consequência da manifestação que hoje  um grupo de jovens angolanos está a realizar em Luanda para exigir a destituição  do Presidente do país. 

A manifestação, realizada com o objetivo de "exigir a destituição de  José Eduardo dos Santos" e a "democratização dos órgãos públicos", começou  ao início da tarde de hoje, no Largo da Independência, como previa o seu  programa. 

No largo, onde tinham a autorização para se manifestarem, juntaram-se  cerca de uma centena de jovens, sob vigilância de um forte aparato policial.

Às 14h00, o grupo de jovens tomou a iniciativa de partir em direção  ao Palácio Presidencial, para exigir a libertação de um dos seus membros,  que alegadamente tinha sido raptado algumas horas antes da manifestação.

A Polícia tentou impedir a intenção, tendo se gerado uma confusão, que  resultou no ferimento, detenção e agressão de jornalistas, que se encontravam  a fazer a cobertura da manifestação. 

A agressão, perpetrada por elementos civis que se encontravam igualmente  no local, sem identificação, atingiu dois câmaras da RTP África, bem como  a destruição do seu equipamento, e o jornalista da Voz da América, que igualmente  viu danificados os seus meios de trabalho. 

Entretanto, o grupo de manifestantes continua no Largo da Independência  ainda sob vigilância da Polícia. 

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