Última Edição

0
0:05

Última Edição

1
1:40

Miguel Albuquerque quer diálogo firme com a República

2
0:57

PSD manifesta disponibilidade para trabalhar com Miguel Albuquerque

3
0:41

PS reconhece derrota na Madeira mas retira significado nacional

4
1:53

Portas fala em resultado "consistente e sustentado" do CDS na Madeira

5
1:11

Jerónimo considera vitória de Albuquerque continuidade da política de Jardim

6
0:51

Catarina Martins salienta eleição de dois deputados do BE na Madeira

7
0:26

Coligação Mudança destaca importância da elevada abstenção

8
1:49

Movimento Juntos Pelo Povo foi a surpresa da noite eleitoral na Madeira

9
3:11

O afastamento político e pessoal de Jardim e Albuquerque

10
0:48

"A manter esta atitude, dificilmente alguém vai ganhar a Portugal"

11
1:29

Ilídio Vale feliz por tudo ter corrido bem a Portugal

12
1:21

Costa reforça que níveis de emprego em Portugal regrediram 20 anos

13
2:47

Autoridades montaram perímetro de segurança para orações pela tragédia nos Alpes

14
1:34

Mudança da hora afetou principalmente quem trabalhou este domingo

15
2:37

Concerto surpresa dos GNR na baixa do Porto

17:48 03.01.2012

Governo de França que subir IVA e reduzir contribuição social paga pelos patrões

reuters

O governo francês pretende aplicar em breve o chamado 'IVA social', muito pretendido pelos patrões mas criticado pela oposição e pelos sindicatos, como compensação da eventual descida das contribuições para a Segurança Social pagas pelas empresas. 

O objetivo do Governo liderado por François Fillon, que pretende aplicar este imposto antes das eleições presidenciais, é "criar empregos em França e evitar a venda a baixo custo de produtos importados", disse à France Info o ministro francês do Orçamento, Valérie Pécresse. 

O mesmo governante e porta-voz do governo confirmou que a ideia será "proposta aos sindicatos na cimeira social" de 18 de janeiro. 

Por princípio, o IVA social consiste em reduzir o peso das contribuições sociais - pagas pelas empresas e pelos trabalhadores - através da transferência de parte desse encargo para o IVA. 

Também hoje o ministro do Trabalho, Xavier Bertrand, confirmou em entrevista ao canal France 2 a aplicação do 'IVA social' "por interesse geral" com o objetivo de "baixar os encargos sobre o trabalho". 

Há "muitos custos sobre o trabalho em França", considerou o responsável, justificando que por 100 euros de salário bruto as contribuição são de 39 euros na Alemanha e 50 euros em França, o que coloca problemas de competitividade.

A ideia do 'IVA social' já tinha sido avançada pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, no discurso do fim de ano, uma mensagem considerada fundamental antes das eleições presidenciais que se realizarão a 22 de abril e 06 de maio e em que se espera que Sarkozy se apresente novamente a votação. 

O presidente apresentou a subida do IVA sobre produtos importados de países com mão-de-obra barata como compensação da descida dos custos do trabalho em França. 

No entanto, nem o chefe de Estado nem os seus ministros se referiram aos aspetos potencialmente mais controversas da formulação da medida e que podem entrar em conflito com as regras europeias da concorrência e mesmo com as da Organização Mundial do Comércio (OMC) ao diferenciar as taxas de IVA para os mesmos produtos ou serviços. 

A questão estará em cima da mesa na "cimeira do emprego" de 18 de janeiro, para que o governo francês convocou associações patronais e sindicatos, que já se mostraram muito críticos sobre o 'IVA social' e receosos da eventual redução das contribuições pagas pelo empregador. 

A associação patronal MEDEF, um dos principais defensores do mecanismo de transferência do financiamento da Segurança Social, defende um aumento do IVA de 19,6 por cento atuais para 22 por cento para compensar. 

Na oposição socialista, apesar de no passado alguns de seus barões se tenham manifestado a favor do 'IVA social', a proposta do governo conservador foi considerada como sendo "impraticável" e um "erro económico" ao aumentar, para benefício das empresas, o custo da proteção social para os consumidores no preciso momento em que o consumo está a diminuir. 

Na mesma linha, a candidata da direita à presidência da França, Marine Le Pen, considerou esta "uma promessa muito perturbadora que vai afetar principalmente a classe trabalhadora e a classe média".     

Lusa         

Comentários

ATENÇÃO:ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.
Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

Comentários

Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

Mundo

Publicidade

Agora

Inquérito

Facebook

Mais Populares

CT: NEWS
23:47
CDU considera resultado na Madeira "determinante" para o futuro
23:36
Tenista Rafael Nadal eliminado na 3ª ronda do torneio de Miami
23:25
Ébola: Levantada medida de confinamento geral na Serra Leoa
23:22
Vitória do PSD/Madeira festejada nas ruas do Funchal
23:02
Catarina Martins salienta eleição de 2 deputados do BE na Madeira
22:47
Moviflor ainda opera com a marca em Angola
22:46
Protecção de Dados reavalia e-factura após queixas de contribuintes
22:44
Economia japonesa muito perto da deflação
22:43
Credores gregos preparam novas reformas
22:42
Governo açoriano “empenhado” em ajudar a SATA
X

Sabia que o seu Internet Explorer está desatualizado?

Para usufruir da melhor experiência de navegação na nossa página web recomendamos que atualize para uma nova versão. Por favor faça a atualização aqui .