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OMS apela para vacinação intensificada contra sarampo na Europa para "pôr fim aos vários focos"

A OMS apelou hoje os Estados europeus "a intensificarem a vacinação contra o sarampo aos grupos etários em situação de risco", visando "pôr fim aos vários focos" que atualmente afetam os países e prevenir novos surtos.

Em Portugal, a taxa de vacinação é superior a 95 por cento.

Em Portugal, a taxa de vacinação é superior a 95 por cento.

Reuters

Em nota hoje divulgada na página da Internet, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considerou que "todos os países precisam manter uma cobertura de vacinação de rotina muito elevada para que surtos semelhantes de sarampo não voltem a acontecer novamente na região europeia e possam ser eliminados de uma vez por todas".

A agência da ONU para a Saúde estimou em 23 mil o número de casos de sarampo registados na Europa, apontando o Cazaquistão como o país mais atingido, com sete mil casos notificados entre 01 de janeiro do ano passado e 01 de março de 2015.

A OMS acrescentou que "um número significativo de casos de sarampo foi também reportado na Bósnia e Herzegovina, Croácia, Geórgia, Itália, Cazaquistão, Rússia, Sérvia e Alemanha", onde começou o surto, que matou uma criança de 18 meses, em fevereiro, por não ter sido vacinada.

No mês passado, o ministro de Saúde federal, Hermann Grohe, apelou à população para verificar os registos de vacinas dos respetivos núcleos familiares, denunciando "alguns opositores irresponsáveis das vacinas que semeiam um medo irracional".

"Aquele que se recusa em vacinar o seu filho não só coloca essa criança em risco, mas também os outros", disse, na altura, o ministro, num comunicado.

Mas uma porta-voz do Ministério de Saúde federal alemão precisou que não estava previsto tornar a vacinação obrigatória, indicando, no entanto, que a informação aos pais iria ser reforçada e os boletins de vacinas verificados.

Os opositores do processo de vacinação contra o sarampo na Alemanha afirmam que a vacina pode ter efeitos colaterais e que podem ser perigosos para as crianças.

Hoje, o diretor do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças, Marc Sprenger, considerou que o aumento de pessoas que recusam a vacinação pode representar um problema para a Europa.

O especialista lembrou que os surtos de sarampo que existem na Europa começaram na Alemanha, em Berlim, porque "existem ´clusters` de pessoas que se recusam a vacinar os filhos, o que é lamentável porque a vacina é muito importante para prevenir a doença".

"Se estes grupos aumentarem, teremos um problema na Europa", disse Marc Sprenger, em declarações aos jornalistas no final de uma visita ao Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), em Lisboa.

Segundo o Instituto Robert Koch, o sarampo chegou a Berlim com os requerentes de asilo oriundos da Sérvia e da Bósnia-Herzegovina, países que registam uma epidemia severa de sarampo desde fevereiro de 2014.


Lusa
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